O Real e o Virtual

Essa moça linda é minha querida Amiga Paula Fonyat, outro dia almoçamos juntos no delicioso Ici a convite do querido Amigo André Maculan da Via Vini. Sempre uma farra, um show de bons vinhos e bons Amigos…
Bem, a Paula querida, foi dona da Vinica, uma importadora de vinhos especialíssimos, pois ela e o Andree são os melhores narizes que conheço no mundo do vinho. ela trazia precisoidades… quis o destino que o negocio não fosse adiante. Ficou nossa amizade.
No nosso recente encontro a Paula me trouxe uma caixa com vinhos com idade e um pacote de fetucini… feito por ela que cozinha divinamente.
Eu sou um conhecido apreciador de vinhos evoluídos e a Paula me deu garrafas “vecchias” para ela. “Didú, eu não gosto dos vinhos assim tão eovluídos e sei que você adora. Então é um presente meu pra você”… Linda. Que doce de pessoa. Linda por fora e por dentro.
Um dos vinhos era esse Sfursat di Valtelina do Rainoldi… Madonna Mia… Você jea ouviu falar de Sfursat? Bem… normalemnte, estúpido como sou diria para você ir se informar a respeito… hahahaha mas como estou ligieriamente “ubriaco” vou lhe contar… alieas, não, vou colocar aqui o link do produtor para você saber do que se trata…LINK. Bem, mas oque poucos sabem é que com a idade esse vinho se aproxima do quenão tem nada de passificado, ficando algo entre um vinho tranquilo normal com idade, querendo se transformar em um vinho quase vermute que eu ADORO…
Hahahahahahaaaaa a Paula sabia bem a quem estava presenteando com a maravilha. Ok.Ok. Didú, mas o título do seu post é o Real e o Virtual, cazzo, o que tem a ver isso tudo?…
Tem tudo a ver, pois hoje, só em meu Refúgio Biodinâmico aqui na Granja Viana, com o Ramatis trabalhando na Naturebas, eu resolvi abrir uma das garrafas do Rainoldi Sfursat di Valtelina de 2008, com 14,5º de álcool e comer o fetucini da Paula, fato a mano per me… Madonna Mia. Nirvana.
Então fatiei um pouco do queijo Manchego que trouxe na mala de Madrid do mercado de San Fernando… cortei também algumas fatias do restinho do salame de beplota que veio de lá também… Abri apreensivo o Sfursat e logo a rolha me falava que estava especial. Na boca não deu outra. Um show, o tempo lhe tirou o residual de açúcar e seus aromas p®e-0vermute estavam soberbos, com ervas secas, com balsâmico, comcerejas super maduras e com frescor incrível…
Não era o vinho ideal para a pasta da Paula que resolvi preparar, com Sálvia frita na manteiga… mas, como todo apreciador dos bons e autênticos sabores, dividi esssa experiência entre as entradas e o prato. Bingo. Show!, a garrafa foi toda e o didú feliz e ubriaco.
O título em fim, explico, se trata dessa vida que se divide entre real e virtual, pois postei apenas o vinho no Stories do Instagram… e as pessoas quiseram saber do prato… hahahahahaaaaa. Então anote:
Enquanto cozinha a massa, você pegue uma frigideira e frite a Sálvia em manteiga de qualidade, eu uso a Lamote com sal. Quando você perceber que a Sálvia está frita, crocante, retire-a com uma escumadeira e reserve-a, conservando a manteiga. Nesse momento a massa deve estar no pornto, então coloque no prato fundo jea com um pouco de queijo parmesão ralado e jogue a manteiga que fritou a Sálvia. Misture bem e coloque por cima a Sálvia crocante e polvilhe de mais queijo…
Assim se encontram a vida virtual e a real… Vou tomar um café e fumar um bom charuto… Tchau. A vida é Agora.