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Épice anuncia MASI

Em um almoço no Eataly, Luli Dias da importadora Épice, comemorou a conquista da MASI no seu portfólio. O sr. Dr. Enólogo Vincenzo Protti, com sua conhecida aimpatia e entusiasmo, falou da empresa que representa e apresentou seus vinhos.

Poucos sabem, mas a Masi é considerada uma autoridade na questão do “apassimento” das uvas corvina que compõem parte fundamental dos Amarone e dos Ripasso. Os Boscaini, família dona da Masi são respeitados por isso. Eu gravei o Luli Dias apresentando o Vincenzo Protti, e o Vincenzo também. Veja:

 

 

Hoje tivemos o privilégio de uma garrafa com mais idade, que o Vincenzo guardava com carinho e teve a generosidade de compartilhar conôsco, este Amarone Masi 1997, uma maravilha que bem mostra a evolução de um vinho de extrema qualidade. Agradeço a gentileza.

 

 

A Masi é um produtor que enobrece qualquer portfólio de qualquer importadora e a Épice que vem otimizando seu portfólio, reduzindo-o e qualificando-o marcou um bom ponto em conquistar a MASI, que agora se junta a outros importantes produtores italianos da Épice, como Il Borro, Rocca di Castagnoli. Villa Spinoza, Giacondi, Castiglion del Bosco, entre outros.  Parabéns!  Desejo sucesso a essa parceria.

Merece destaque o bonito catálogo, exclusivo para a MASI, produzido pela Épice por coordenação da competente e simpática Patricia Jota, com quem tive o prazer de dividir a mesa com o Professor José Luis Giorgi Pagliari, o jornalista Marco Merguizzo e Catarina Mousinho da Épice.

Todos sabem que a MASI esteve por anos na Mistral e em um dos Encontros Mistral eu gravei com o Vincenzo Protti uma bom vídeo dele apresentando a vinícola, vale ver. Saúde.

 

Indiquei como O Vinho de Hoje o Rosa Masi, veja:

 

Giovanni Mazzei no Brasil

 

 

Há coisas fascinantes no Mundo do Vinho. História é uma delas. A gente cresce, aprende, melhora. Foi assim quando visitei a Mazzei em Castellina in Chianti. Veja AQUI. Afinal, conhecer uma azienda que funciona no mesmo lugar desde antes de descobrirem o Brasil! Meu Deus, que privilégio. Este documento acima é o primeiro registro na história que se referiu ao nome Chianti. Foi o antepassado de Giovanni Mazzei, Ser Lapo que registrou em 1398!

 

 

O jovem Giovanni Mazzei esteve no Brasil e ofereceu junto com a Grand Cru um almoço com alguns jornalistas de Vinho. Tive a sorte de estar presente, pois quando estive em Fonterutolli ele não estava. Foi um prazer conhecer o jovem que tem alegria, disposição, simpatia e orgulho dos vinhos de sua família. Eu gravei com ele. Veja:

 

O Vinho Ser Lapo foi o meu Vinho do Dia e eu gravei sobre ele também, veja:

 

Mistral acerta em vinhos de “50 Paus”.

Ciro Lilla é fogo, antenado com o mercado que lidera em quantidade de qualidade de oferta, quando viu que,  nessa crise político-econômica que certamente logo mudará, os consumidores haviam migrado para patamares mais baixos de valor absoluto de vinhos e que a minha coluna Abaixo de 50 Paus nunca foi tão procurada, tratou de se mexer.

 

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Acontece que Ciro Lilla tem um portfólio que freqüenta os sonhos de qualquer importador no Mundo, e consegue trazer rótulos mais simples com atributos de venda da chancela de produtores reconhecidos por seus vinhos top que o Ciro já trazia. Nada mais sensato que traze-los para o mercado.

Eu não tenho dúvidas que com isso a Mistral vai agregar novos consumidores ao seu vasto mailing, consumidores que atraídos por vinhos mais acessíveis logo passarão para patamares superiores.

 

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Digo isso pois ontem tive o prazer de estar na Mistral para uma apresentação dos vinhos de Georges Vigouroux do Cahors. E melhor, a apresentação foi feita pelo entusiasmado e competente Dr. Enólogo Vincenzo Protti.

 

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O Vincenzo merece minha admiração e respeito, pois tem grande conhecimento, é modesto, simpático, tem didática e o principal entusiasmo. Foi uma aula de Cahors e de Vigouroux. Aliás, uma curiosidade, a sala da Mistral estava repleta com os mais conceituados jornalistas de vinho e quando Vincenzo perguntou quem já havia estado no Cahors, ninguém levantou a mão… não era só eu que não havia estado na região.

 

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Goerges Vigouroux, que é vivo ainda hoje, na foto acima com seu filho Bertrand-Gabriel Vigouroux que é quem está no comando hoje da vinícola.

Bem, os vinhos me agradaram muito e a divulgação que fiz pelo Facebook e Instagram bombaram, muito também por que em um dos posts, errei a divulgação de preço de U$ 21,90 por R$ 21,90… pequeno detalhe…

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Mas a linha de entrada, os Les Temps de Vendages estão Abaixo dos 50 Paus, pois custam U$ 16,00 e valem muito à pena, o branco de Sauvignon Blanc e Loin de Loeil, uva pouco conhecida dos brasileiros, tinha gostoso frescor, vinho fácil e ótimo para aperitivos. O Rosé com pequeno residual de açúcar que tanto agrada a novos consumidores, surpreendeu pela elegância de  sua cor e pouca extração da Malbec, e o Malbec Merlot é pedida acertada para vinho do dia-a-dia. Não exite, você ficará feliz e ter essa garrafa na mesa da copa e ir bebericando quando der vontade ou para acompanhar sua refeição.

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A linha de vinhos Gouleyant vale muito à pena, pois como sempre acontece, a diferença em qualidade é maior a diferença de preço. Gostei demais dessa linha, todos os vinhos eram gostosos, frescos e com mair complexidade e estrutura. Eu prefiro gastar R$ 15,00 a mais e ter um vinho bem superior. É importante que se avalie o vinho em sua categoria de preço.

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Vale ressaltar a beleza e elegância dos rótulos das linha Le Temps des Vendages que vêm com screw-cup e também da linha Gouleyant, que vem com festiva rolha sintética colorida, verde para o branco e rosa para o rosé. Esse visual acompanhado do respeito do produtor, certamente será ponto forte de vendas e confiança ao consumidor.

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Meu predileto foi o Château Haute Serre, que sai a U$ 55,90 e é bem Cahors, com rusticidade, com toques animais e balsâmicos, uma delícia de vinho. Faz bem meu gosto. Na relação qualidade e preço, prefiro este ao famoso Château Haute Serre Icône WOW que custa U$ 299,50 e é um super vinho elegante e sedutor, com toques do consultor Paul Hobbs.

Explico minha preferência, acredito que os apreciadores de vinho quando procuram um Cahors querem um Cahors, não um Bordeaux. Como gosto mais da rusticidade do Cahors, prefiro o anterior e sobra muita grana para o Pão Italiano e o Salame… Parabéns Mistral.

Rosa de Masi. Delicioso

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O simpático e entusiasmado enólogo Vincenzo Protti, com sua enerrgia fala do Rosé do famoso produtor Masi. O vinho da Refosco dal Pedunculo Rosso é delicioso, com a cor dos vinhos provençais e  muito sedutor mesmo. Foi lançado recentemente e eu pude prová-lo durante o Encontro Mistral 2014. Veja o vídeo:

 

Vincenzo Protti promove MASI

O jovem, competente e simpático Vincenzo Protti, que é “dottore” enólogo, me convidou para degustar dois deliciosos vinhos de Masi, na Enoteca Saint Vin Saint. Não poderia ter sido melhor.

De quebra aprendi uma ótima: ” Non si puó avere la botte piena e la moglia ubriaca!”… Adorei, ou seja não dá para manter o tonel cheio e a mulher embriagada…

No jantar aprendi sobre o vinho da Masi que tem ligação com a família de Dante Alighieri, você conhece? E claro, um Amarone Masi. Gravei dois vinhos com meu amigo Vincenzo que por paixão pela mulher veio morar no Brasil. Grazie Amico!!

Os vinhos Masi você encontra na Mistral.