Posts com a tag Didú Russo

Decanter e seus Fantastic Four

Esta semana a Decanter recebeu alguns jornalistas de vinho para conversar e degustar algumas maravilhas da Itália, com seus representantes, fossem proprietários ou diretores. Degustamos pela ordem:

Gostei demais do formato, com pouca gente, didático e com a possibilidade de perguntas. Gravei apenas poucos takes de cada um mas o suficiente para você saber mais de Ferrari, de Umani Ronchi, de Chianti Classico, de Zingarelli e de Lambrusco. Aproveite! Saúde!

 

Terroirs do Brasil – Villaggio Grando

 

Outro dia contei da alegria do critico de vinhos britânico, Oz Clarke depois de visitar algumas vinícolas catarinenses afirmou que Santa Catarina era o Médoc brasileiro! Pois hoje mostro um vídeo da Villagio Grando, uma das mais lindas vinícolas brasileira na altitude de Santa Catarina

Maurício Carlos Grando, oriundo do ramo madeireiro recebu um amogo francês que era produtor de Armagnac que avaliando sua terra, altitude e clima, sentenciou: “Mauricio, este é um dos grandes lugares do mundo para se plantar uva para produção de vinhos de qualidade”! Eram os anos 90 e Mauricio se entusiasmou, e conhecendo o enólogo Jean Pierre Rosier, formado na universidade de enologia de Bordeuax, na França, confirmou as idéias expostas.

Rosier trouxe da França em 1998 as primeiras plantas. Hoje a Villaggio Grando possui nada menos que 100 variedades em estudo, algumas já consagradas e é um exemplo de vinícola. Hoje a Villaggio Grando conta com um vinhedo de 45 hectares cuja produção somando todos os produtos que engloba tintos, brancos, espumantes e em um futuro próximo, um brandy e licoroso chegando a 260.000 garrafas/ano.

Assista ao vídeo:

 

Caballo Loco – Coleção

 

A visão do Rogerio D’Avila, da Ravin, com bom faro comercial, levou a Valdivieso a criar uma linha adicional ao raro e famoso Caballo Loco original.

Ele sugeriu ter uma linha abaixo do original. Foi então criado uma quebra de paradigma de não falar da casta no original e passaram a explorar as castas e as regiões numa nova linha de muito sucesso. Veja o próprio Rogério D’Avila falando disso e contando uma novidade para breve, um Caballo Loco branco! Veja:

 

Catena e Mistral comemoram bodas de prata.

 

Segunda feira o Jockey Club de São Paulo foi palco de um grande momento, Catena e Mistral comemoravam as bodas de prata de um relacionamento vencedor. Em um jantar elegante com jornalistas do vinho e donos de lojas e restaurantes mais representativos de São Paulo, Sr. e Sra. Nicolás Catena e Sr. e Sra. Ciro Lilla falaram sobre essa relação. Eu gravei os melhores momentos para vocês:

 

 

Gostaria de contar duas coisas a respeito desse relacionamento e da elegância de Catena:

Certa vez perguntei ao Catena: Além das qualidades de seu vinho, a que você atribui o sucesso da marca Catena? Resposta rápida e direta: “Ciro Lilla.”

Depois pensou e disse: “Acho que também por ter sido o primeiro argentino a trazer para o Brasil um vinho que não era amargo, mas doce, floral, frutado, fácil, sem asperezas.”

Adoro a sinceridade, coisa rara hoje em dia.

Em outro momento em 2009 Catena foi escolhido como Homem do Ano e capa da Revista Decanter. O Ciro preparou um almoço com a imprensa no Rodeio. Catena levantou para falar algumas palavras e em nenhum momento citou seu nome, mas sempre falou de Malbec Argentino. Fato raro essa elegância hoje no Mundo.

 

 

Lamento ter perdido as palavras do Otavio Lilla, por um problema na transcrição da minha The FLIP. Otávio enfatizou a dedicacão de Catena, hoje sob o comando de Laura Catena em pesquisas e constantes estudos de melhora e busca de terroirs específicos como o de Adriana (nome de sua irmã caçula), vinhedo de altitude que tem arrebatado suspiros.

Eu considero Catena certamente o maior case de vinho argentino no Brasil. Fruto de trabalho bem construído pela Mistral e claro qualidade e regularidade nos vinhos Catena. É impressionante a presença desta marca que conseguiu o que todos sonham e pouquíssimos conseguem: Agregar valor à marca. Parabéns.

Afinal quem não queria ter Catena em seu portfólio de marcas? E quem não queria ter Mistral como seu importador?

Osteria del Pettirosso. Vá. Mas vá mesmo!

Estive na Osteria Del Pettirosso e mais uma vez fui surpreendido. Estava com um amigo brasileiro que mora em Milão habituado a ótimos endereços. Ele trabalha com turismo de luxo, mas de luxo mesmo, coisas sofisticadíssimas que contarei em post específico depois.

Eu levei para o almoço uma garrafa do Rosso Toscano do Villa Bari, afinal meu amigo é gaucho de Porto Alegre e tinha certeza de que o surpreenderia com um vinho de lá e com tanta qualidade. Mas não esperava que o vinho dele fosse um Tiganello…

Era um bebê o Tignanello, um 2014, mas ele me garantiu que seu amigo da azienda garantira estar pronto. E estava mesmo. Mas a surpresa foi a excepcionalidade do Gran Rosso que fomos degustando intercalado aos goles do Tignanello! Mas eu queria mesmo era falar do Pettirosso.

LA CIPOLLA

Quando vou lá, gosto de pedir ao Marco Renzetti que faça o menú que queira, sempre me dou bem. Desta vez ele abriu com uma inacreditável cebola que chega à mesa fechada e chamuscada do forno, você retira uma tampa dela e dentro há um inacreditável creme de cebolas com queijo de babar! Eu comeria diversas delas… como cozinha esse cara. Radical e talentoso, o Renzetti também se encantou com o vinho de Porto Alegre, pensando ser italiano.

Então chegou uma massa com um molho à base de carne de porco de se comer ajoelhado. Meu amigo “mezo milanese” arregalou os olhos e não acreditava estar saboreando uma qualidade como aquela em São Paulo. Mas então chega a Trippa alla Romana! Maddona Mia di Sapri!!!! O que era aquilo!!? Que maravilha!

Pois acreditem ou não, foram as duas garrafas inteiras! Eu não deixei nem um molhinho no prato que voltou brilhando para a cozinha…

 

Grande momento. Quando puder vá conhecer este extraordinário talento chamado Marco Renzetti. Saúde!

O Conceito do vinho Rosé Piscine.

O Conceito do Rosé Piscine nasceu em 2004. Jacques Tranier, o presidente da Vinovalie, um grupo de produtores do Sudoeste francês, estava de férias em 2003 perto de Saint Tropez, na Côte d’Azur, quando num bar viu o garçom servir vinho rosé em taças de Cognac com gelo. A maioria das pessoas que pedia eram mulheres e bebiam isto do início ao final da refeição, do aperitivo ao digestivo. Curioso pediu uma taça, mas o vinho se por um lado estava geladinho e refrescante graças ao gelo, por outro ficava aguado, diluído e sem sabor. O conceito estava ali, mas faltava o produto.

De volta ao batente pediu aos enólogos da casa que se debruçassem sobre o problema e que achassem uma solução. Enquanto isso Jacques ficou pensando no nome e na embalagem. Cores que remetessem ao verão e à Côte d’Azur que o inspirou. Praia, piscina, vinho rosé, gelo, taça grande… o “brain storm” no marketing apontou a solução: Rosé Piscine.

As cores claras e o azul do mar remetendo à praia do Mediterrâneo. Um copo tipo de uísque foi desenvolvido para o serviço específico, nada de improvisar com a taça do Cognac. Afinal, tinha de ser servido com gelo.

 

Jantar com Maurizio Zanella

Ontem foi como caminhar nas nuvens. E abusei, claro, não é todo dia que se pode ter de tudo que um jantar pode oferecer, bons Amigos, Bons vinhos Boas histórias. O vinho sempre nos ensina. Ontem entre tantas coisas que não sabia aprendi por exemplo que enquanto todas as castas produzem dois cachos de uva em cada gema, a Carmenère e a Picolit ou não produzem nenhum ou produzem 3 ou 4 cachos. Intrigante.

Eu cheguei antes pois teria uma entrevista com o Maurizio, fui recebido com uma taça do Franciacorta Cuvée Prestige 28 meses de maturação com as borras e das castas Chardonnay (75%), Pinot Nero (15%) e Pinot Blanco (10%). O Maurizio estava feliz e comemorava 25 anos com Mistral. Não é pouco.

Maurizio Zanella é o presidente da Cá del Bosco, tem 60 anos e uma história interessantíssima sobre como acabou indo para o vinho. Isso fiquei sabendo durante o jantar pelo Otavio Lilla e contada em detalhes pelo próprio Maurizio.

Nós degustamos as seguintes maravilhas:

  • Franciacorta Cuvée Prestige (U$ 99,90)
  • Franciacorta Annamaria Clementi 2006 com Chardonnay 55%, Pinot Bianco 25%  Pinot Nero 20% (U$ 299,00)
  • Franciacorta Annamaria Clementi  2006
  • Franciacorta Annamaria Clementi 1999
  • Franciacorta Annamaria Clementi 1995
  • Franciacorta Annamaria Clementi 1989
  • Cá del Bosco Chardonnay 2011 (U$ 299,00)
  • Maurizio Zanella tinto com Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot 2009 (199,00)
  • Maurizio Zanella 2003
  • Maurizio Zanella 2000.

Não dava para não ter exagerado e depois ia mesmo voltar de carona, então…

Ca’ del Bosco faz parte da vanguarda que engloba os novos produtores de vinho italianos. Idealizada por Maurizio Zanella, a vinícola foi fundada em 1968 e se consolidou no exigente mercado de vinhos com os espumantes de Franciacorta.

Com mais de 230 hectares, a propriedade está situada entre as colinas da Brescia, sul do Lago Iseo, uma região historicamente mais conhecida por sua produção de armas de fogo do que pelos vinhos. No entanto, Maurizio Zanella mudou tudo isso e seus talentos na vinificação têm colocado Franciacorta no mapa das regiões vinícolas italianas mais importantes. Suas vinhas possuem varidedades de Chardonnay, Pinot Bianco, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, , Merlot, Pinot Nero e outras castas originárias da região.

A reputação de Ca ‘del Bosco para os espumantes tem sido assegurada pela excelência dos seus vinhos de base. Zanella tem trabalhado para garantir que a palavra “Franciacorta” indique um tipo específico de vinho espumante de uma região específica, e não ser confundido com o “método champenoise” ou “espumante”. Em 1995, Zanella finalmente conquistou esse feito e o vinho espumante de Franciacorta foi classificado como D.O.C.G., passando a ser comercializado como “Franciacorta”. Como as normas para obtenção dessa classificação requerem um mínimo de dois anos de envelhecimento antes do lançamento, os primeiros Ca ‘del Bosco Franciacorta D.O.C.G. foram liberados para o mercado internacional em 1997.

Desde então, Ca ‘del Bosco vem sendo considerado um dos maiores nomes da Itália, eleito “Vinícola do Ano” pelo Gambero Rosso em 2003. Trata-se do segundo maior colecionador de “tre bicchieri” no país (20 até 2002), merecedor das duas “stelle”. Seu fantástico Chardonnay equivale a um grande Borgonha, enquanto seus Franciacorta são os melhores espumantes da Itália, ao nível dos bons Champagne. O Maurizio Zanella é um tinto espetacular, que rivaliza com os grandes Médoc, enquanto o Pinerò é um excelente Pinot Noir. Todos recebem notas altíssimas de todos os autores.

Veja a entrevista nos dois vídeos abaixo:

 

Como disse no início, Maurizio Zanela ao descrever sua juventude rebelde e seu caminho para o vinho, mostrou a distância que o vinho italiano estava no início da década de 70 em relação à Bourgogne. É de estarrecer como tudo é tão recente. Editei alguns momentos do que ele contou. Há a parte 1 e a Parte 2. Veja:

 

Simpósio Internacional Vinho e Saúde.

Lote com preços promocionais para o III Simpósio Internacional Vinho e Saúde encerram neste sábado (20)

Evento científico ocorrerá entre 1º e 3 de junho, no Rio Grande do Sul, e apresentará pesquisas sobre os benefícios da uva e seus derivados na prevenção de doenças

Encerram no próximo sábado (20) as inscrições com valores promocionais para participação no Simpósio Internacional Vinho e Saúde, que ocorrerá entre os dias 1º e 3 de junho, na Fundação Casa das Artes, em Bento Gonçalves (RS). Os valores do segundo lote de matrículas variam de R$ 100 a R$ 250, e devem ser feitas pelo site www.simposiovinhoesaude.com.br. Após a data, até a realização da terceira edição evento, as inscrições passam a custar de R$ 130 a R$ 300. Grupos a partir de 10 pessoas têm 20% de desconto. Para a obtenção do benefício, interessados devem enviar a lista de inscritos para o e-mail info@simposiovinhoesaude.com.br.

A iniciativa tem como público-alvo profissionais das áreas da saúde e educação, enólogos, agrônomos e demais pessoas ligadas à vitivinicultura, formadores de opinião, imprensa e demais interessados com afinidade ao tema.

Pesquisadores apresentam os benefícios da uva à saúde      
Estudos ligados à prevenção de doenças cardiovasculares e de envelhecimento precoce, diminuição do risco de aparecimento de enfermidades neurológicas e cancerígenas e auxílio na redução de peso são alguns dos temas que serão apresentados por especialistas no III Simpósio Internacional Vinho e Saúde.

Além da exposição de trabalhos e de minicursos, estão confirmados 12 palestrantes nacionais e seis do Exterior. Entre os nomes de destaques figuram os dos espanhóis Rosa María Lamuela Raventós (Universidade de Barcelona) e Raul Zamora Ros (Universidade de Barcelona), dos norte-americanos Patrizia Orteiza (UC Davis) e César Fraga, do francês Philippe Jandet (University of Reims), do inglês David Vauzour (University of Reading) e dos brasileiros Protásio Lemos da Luz (InCor/USP), Caroline Dani (IPA/RS), Alexandre Sérgio da Silva (UFPB), Daniel Araki Ribeiro (UNIFESP) e Andressa Bernardi (Fiocruz/RJ). A programação completa pode ser conferida em https://www.simposiovinhoesaude.com.br/programacao/pt.

O III Simpósio Internacional Vinho e Saúde é uma realização do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) com apoio da Associação Brasileira de Enologia (ABE), da Embrapa Uva e Vinho, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) – fundação do Ministério da Educação (MEC) – e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs).

PROGRAME-SE
III Simpósio Internacional Vinho e Saúde – Os Benefícios da Uva e Seus Derivados

Quando: 1° a 3 de junho de 2017
Onde: Fundação Casa das Artes (Rua Henry Hugo Dreher, 127 – bairro Planalto), em Bento Gonçalves (RS)
Palestrantes confirmados:
Alexandre Sérgio da Silva (UFPB)

Andressa Bernardi (Fiocruz)
Bruna Postingher (CNEC)

Carlos Paviani (Ibravin)

Caroline Dani (IPA)

César Fraga (UC Davis – Estados Unidos)

Daniel Araki Ribeiro (UNIFESP)

David Vauzour (University of Reading – Reino Unido)

Katya Rigatto (UFGRS)

Marilde Terezinha Bordignon (UFSC)

Mauro Celso Zanus (Embrapa Uva e Vinho)

Mirian Salvador (UCS)

Patrizia Orteiza (UC  Davis – Estados Unidos)

Philippe Jandet (University of Reims – França)

Protásio Lemos da Luz (InCor/USP)

Raul Zamora Ros (Universidade de Barcelona – Espanha)

Rosa María Lamuela Raventós (Universidade de Barcelona – Espanha)

Vitor Manfroi (UFRGS)

Inscrições: www.simposiovinhoesaude.com.br. Grupos a partir de 10 pessoas têm 20% de desconto
e devem enviar a lista dos inscritos para o e-mail info@simposiovinhoesaude.com.br

CATEGORIA

Até 20/mai

No local

Estudantes de
graduação

R$ 100

R$ 130

Estudantes de
pós-graduação

R$ 130

R$ 160

Profissionais do
setor vitivinícola

R$ 200

R$ 250

Demais profissionais

R$ 250

R$ 300

Caballo Loco

Estive visitando a Ravin para saber das novidades e acabei por gentileza do Rogério D’avila, vistando seu depósito. Adoro visitar estoques, abre o apetite. Lá pude gravar com ele a respeito de Caballo Loco.

Caballo Loco é hoje um campeão de vendas entre os chilenos premium. O vinho da Valdivieso tem uma inusitada histíória e um inusitado assemblage. Saiba pelo próprio Rogerio D’Avila, dono da importadora Ravin que traz o vinho:

 

Se você quiser conhecer o criador do vinho veja este vídeo de 2012 e conheça Jorge Coderch Mitjans o Caballo Loco em pessoa…

 

Terroirs do Brasil by Didú Russo

 

 

A série Terroirs do Brasil by Didú Russo continua agora em Santa Catarina.

A região de Santa Catarina com sua amplitude térmica e sua altitude que vai de 900 a 1.400 metros do nivel do mar, tem mostrado resultados sensacionais e emocionado experts no assuntio.

O critico de vinhos britânico, Oz Clarke depois de visitar algumas vinícolas catarinenses afirmou que Santa Catarina era o Médoc brasileiro!

Castas francesas como Cabernet Sauvignon, Sauvignon Blanc, Cabernet Franc, Merlot, Chardonnay, etc., se dão maravilhosamente bem lá

Em relação à Serra Gaucha, as regiões do Planalto Catarinense apresentam um atraso na maturação das uvas, principalmente das tintas, com conseqüências muito bem vindas para os vinhos, pois a colheita, que seria normalmente feita entre fevereiro e março, acaba sendo entre abril e início de maio, fugindo assim das chuvas do final da estação e já no início do outono, que naquelas altitudes já traz noites bem frias.

O resultado é uma maturação mais alongada das cascas das uvas tintas, com boa maturação fenólica e um melhor desenvolvimento de acidez e aromas devido às diferenças entre as temperaturas da noite e do dia.O resultado é de vinhos elegantes e com níveis mais baixos de álcool.

 

 

Neste post vamos mostrar dois produtores, um de Videira, a Santa Augusta e outro de Treze Tilhas onde está a Vinícola Kranz. Curta as entrevistas, inclusive a do lançamento do priemiro vinho biodinâmico do Brasil. Saúde!

 

 

A Vinícola Kranz em Treze Tilhas também mostra a dedicaçnao de um homem que trocou a indústria para trabalhar no campo.