Posts com a tag Didú Russo

Farnese faz vertical do EDIZIONE em São Paulo.

Semana passada tive o prazer de participar de um encontro com a Farnese, a convite da World Wine. Tratava-se de uma rara oportunidade de degustar uma vertical do Edizione um vinho especial que mescla castas de vinhedos e regiões distintas com as castas: Montepulciano, Primitivo, sangiovese, Malvasia Nera e Negroamaro, que variam em proporções em cada edição. Para esse feito estavam lá o Diretor Comercial Marco Scarinci e o enólogo Giuseppe Alfano Burruano.

Melhor que eu contar da Farnese e do Edizione, é mostrar os dois falando disso, veja:

 

Provamos os Edizione nº 3, o nº 5, o nº 9, o nº 11, o nº 13, o nº 14 e o nº 15. Sempre com esse assemblage de Abruzzo e Puglia. Vinho denso e intenso, guloso, gordo, sedutor. Meu preferido foi o primeiro, o edizione 3 pela sua evolução. Ao final provamos a novidade o Edizione 16.


Le Petit Clos da Lapostolle

 

Imagine a imprensa do vinho reunida em jantar no Rodeio, para conhecer e provar o lançamento da Lapostolle, o Le Petit Clos, chegam o importador e o produtor e o vinho nada… Ficou preso em Santiago devido a intensa nevasca que paralisou o País!… São situações assim que às vezes acontecem, mas com tantos outros ótimos vinhos e com a simpatia do produtor e o otimismo e sinceridade do Ciro Lilla, o jantar só poderia ter sido o sucesso que foi. Ao menos para mim, foi ótimo, gravei algumas coisas memoráveis lá hoje. Primeiro a explicação do Charles-Henri de Bournet Marnier Lapostolle sobre o acontecido e ao mesmo explicando o vinho:

 

Depois deixei-o sem graça ao perguntar como foi a operação de venda do Grupo da família, o Societé des Produits Marnier Lapostolle, para a Campari e posteirormente a recompra da Lapostolle. Interessante:

 

E então falando de seu extraordinário Chardonnay, me contou que teve de abrir mão do certificado biodinâmico nesse vinhedo. Veja que incrível a razão e o radicalismo sem sentido da Demeter, que eu não sabia, tem cobrado porcentual de vendas agora… vão dançar logo logo, pois os melhores produtores biodinâmicos não estão nem aí para certificações, que hoje estão mais para o modismo de grandes grupos que não querem perder esse barco, mas que de biodinâmicos mesmo… Veja:

 

 

E por fim, as novidades que ele não quis me contar mas que o Ciro einsistiu e ele falou. Vem coisa nova por aí… saiba do próprio charles-Henri de Bournet Marnier Lapostolle. De quebra soubemos ainda da promoção da competente e querida enóloga Andrea Leon como a enóloga chefe de toda a Lapostolle. Adorei.

 

Gabriela Monteleone no Wine Actors da ChefTV

Veja a Gabi no Wine Actors da ChefTV, saiba mais dessa moça que sabe do serviço do vinho, sabe do vinho e não tem preconceitos. Saúde. Se proecisar dos serviços da Gabi acesse a Studio Coltrane.

 

Almoço com Paul Hobbs

 

Ontem tive agradavel almoço com Paul Hobbs a convite da Mistral. Ele dá consultoria em toda parte, é um dos mais exuberantes e promocionais winemakers, mas também tem sua própria vinícola, a Paul Hobbs Winery, cujos vinhos estão na Mistral.

Ele é um craque e personagem importante do mundo do vinho, foi no passado quem levou o nome Catena para o mercado americano e hoje entre suas consultorias está Bertrand Vigouroux do Cahors. Uma inusitada consultoria, pois seu Malbec Chateaux de Haut Serre é simplesmente estupendo e reconhecido mundialmente, mas por incrivel que pareça Paul Hobbs promoveu mudanças que deixam o vinho pronto mais cedo e ganhou respeito do mercado que hoje valoriza mais o vinho.

Quando Hobbs assumiu a consultoria, declarou que na França as vinícolas careciam de limpeza. Achei grosseiro na época e discordei de sua postura e até escrevi uma crítica sobre essa postura Aqui.

Ontem tocamos no assunto e eu perguntei a ele como explicava que a Borgonha com o mesmo padrão de “higiene” produzia maravilhas respeitadas no mundo todo… Ele argumentou que os mofos da Borgonha não eram as bactérias que encontrara no Cahors de Vigourous. Não polemizei por que gosto dele e não queria estragar o gostoso almoço, mas o assunto é polêmico pra caramba, afinal se fosse mesmo falta de higiene que o Vigouroux tinha, por que seus vinhos ficavam extraordinários com a idade? Não me convenceu.

Hobbs como Rolland estão conectados ao mercado. É o mercado quem manda, tanto que hoje ele só usa leveduras indígenas e Rolland trabalha com biodinâmica, Hobbs também em boa parte. E o mercado, principalmente o americano, quer vinhos prontos mais cedo. Para que esperar 20 anos para o vinho estar delicioso? Aliás essa a razão também dos Porto Vintage serem consumidos com tres ou quatro anos de idade, o que continuo considerando enorme sacrilégio, dada a impressionante alteraçnao que o vinho oferece após 20 anos. Quem já provou sabe. Mas para um produtor, imagino a diferença que faz em seu cash-flow, vender um Cahors pronto com dois anos de garrafa…

Mas no problem, Hobbs não gosta dos aromas que eu gosto e nem da sinceridade dos vinhos que eu gosto, o que não quer dizer que eu não goste também de seus vinhos, que agora são todos frescos e sedutores para satisfazer o consumidor.

Nós degustamos:

Eu pedi ao Paul que descrevesse e explicasse seus dois Pinot Noir e ele deu um show. Um craque que sabe bem o que faz e valoriza qualquer vinho que tenha sua assinatura.

Agradeço a oportunidade, como digo sempre, é muito bom escrever de vinhos e não de parafusos…

 

Paul Hobbs me entusiasmou.

No momento em que os vinhos Cobos deixam de ser boladões, ficam elegantes e frescos e o Paul Hobbs declara que hoje só usa leveduras indígenas, chego a ficar entusiasmado com a enologia moderna.

Foi hoje, em encontro da Grand Cru no Rubaiyat com profissionais do mercado. Degustamos os vinhos:

  • Cobos Cocodrilo de Cabernet Sauvignon 2014 R$ 199,00
  • Cobos Bramare  Malbec do Valle de Uco 2013 R$ 329,00
  • Cobos Bramare Malbec Luján de Cuyo 2013 R$ 299,00
  • Cobos Bramare Cabernet Sauvignon Luján de Cuyo 2014 R$ 299,00
  • Cobos Chañares Vineyards Malbec 2014 R$ 2.349,00

Fui preparado para uns vinhos Schwarzenegger e me surpreendi com o frescor e a elegância deles. O mesmo aliás que havia acontecido outro dia com os vinhos do Vale Meão. Continuo achando todos os vinhos de Hobbs muito caros, mas sei que há mercado e há clientes para eles, e bastante, diga-se.

Este lançamento então Chañares, uma parcela especial de altitude no Valle de Uco, em meio a uma mata, onde ele plantou Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Malbec, fez sucesso. Foi apresentado apenas o Malbec, que hoje é o vinho mais caro da Argentina. Eu particularmente prefiro comprar 45 garrafas do Profugos Malbec dos Michelini da Zorzal e uns salames e uns pães italianos com a diferença, sinceramente, mas os vinhos não têm comparação. Embora muito caro, o Cobos Malbec Chañares é um espetáculo e realmente me surpreendeu com sua elegânica e exuberância. Vinho fino mesmo, sedutor e nada do que remeta aos antigos Cobos. Não, o vinho é fino.

Mas para mim a surpresa de hoje com Paul Hobbs foi sua resposta à minha tardicional pergunta: Paul, você tem experimentado usar leveduras indígenas?… Veja a resposta:

 

Zenker ainda na mesma.

Eu tenho vergonha dessas nossas instituições que ignoram o Artesão em prol da Indústria. Está errado.

Parece inacreditável que se passou um mês e o Zenker está na mesma. O Ibravin não se pronunciou a respeito, nem a ABE, pensam que com o tempo tudo se esquece. Mesmo não havendo legislação que acolha o Artesão, o Zenker está com seus vinhos lacrados e não há a mínima informação de prazos.

O Brasil vira as costas ao Artesão, aquele que garante a sobrevivencia de nossa cultura. O Brasil quer o industrial e dane-se a nossa cultura.

O pior é que o Zenker foi denunciado por inveja, afinal produz menos de dez mil garrafas! Minhas fontes revelaram que os delatores covardes fazem parte das diretorias do Ibravin e da ABE. E as duas entidades nem ligaram. Quem acha isso correto? Por que não foram exigir os nomes na Secretaria da Agricultura? Por que não vêm a público? Vão vioer com essa mancha e esperar que o tempo se incumba do esquecimento?

Pois eu acho que o tempo irá é sedimentar essa mancha junto com as vergonhosas iniciativas de Salvaguardas e de Selo Fiscal.

Todos estão tocando suas vidas enquanto o Zenker está com seu trabalho trancafiado pela inveja e a prepotência de nossa legislação e institutos que protegem a indústria.

Aliás, se tiver um pouco de consideração, contribua aqui com o Zenker, principalmente se você for um pequeno produtor, pois você poderia estar na situação dele. Clique AQUI

Didú no Perfil do Clube Paladar

 

A Mariana do Clube Paladar me procurou outro dia, querendo saber se eu me disporia a gravar uma entrevista. Tratava-se de uma série que poderá se tornar um documentário, sobre personagens do mundo do Vinho. Marcamos na Enoteca Saint Vin Saint, onde minha nora Lis também deu depoimento. Ficamos horas falando à vontade sobre tudo que quiseram saber. Adorei fazer isso, pois falo sem parar mesmo e o grupo era jovem como eu… e super animados.

Hoje recebo no WhatsApp o primeiro material que eles editaram que dá uma idéia do que vem por aí, parace que há material para mais dois. Eu simplesmente adorei e até me achei charmoso no vídeo… hahahhaahaa me envaideceu, claro, sou humano e o que faço faço com amor e sinceridade. Vejam:

 

Um domingo especial.

 

Eu adoro festas surpresas. Adoro a alegria inesperada do homenageado, adoro a mescla de convidados que não tem a ver com o gruo, mas tem tudo a ver com o homenageado… Hoje foi assim, uma festa surpresa que a Lis preparou para seu Pai, William, que se emocionou e curtiu seus amigos e familiares em torno da vida, do vinho, da boa comida, da música e da alegria.

 

 

 

A Lis conseguiu transformar um domingo comum, em um Domingo Especial. Veja a Paella especial que ela conseguiu armar… Hove poesia, música, abraços, e brindes, tudo natural e com procedência, regado a vinhos Naturebas de primeira… Um super Domingo. O William Cereja hoje teve seu dia de vencedor. Quem não gostaria de um dia assim em seu aniversário? Sua filha lhe proporcionou. Parabéns e Grazie por eu fazer parte disso. Gravei um vídeo para mostrar um pouquinho do que foi nosso domingo! Grazie Dio! Grazie Lis, Parabéns William!!!! Cent’Anni!!!

 

Dicas do Didú – Vinho Verde

Dicas do Didú de hoje fala de Vinhos Verdes. Você conhece o Vinho Verde Português? É bem apropriado ao nosso clima e à nossa culinária.

 

Os vinhos do Vasco Croft você encontra na WineLovers. Veja também estes links abaixo sobre o assunto:

http://www.didu.com.br/tag/quinta-da-palmirinha/

 

Vinho Verde.

Quinta de Linhares

https://blog.grandcru.com.br/o-charme-do-vinho-verde-por-didu-russo/

 

https://plus.google.com/113361776117560065452/posts/RRBv7PH2PR7

 

La Pastina comemora 70 Anos!!!

Acabo de chegar da festa dos 70 anos da La Pastina. Noite fria de céu limpo de lua cheia e no estacionamento do centro de distribuição da empresa, com quiosques de bebidas e comidas deliciosas e a confraternização de Amigos, Clientes e Jornalistas do Vinho e da Gastronomia, ao som das músicas italianas típicas do Bras, como Renato Carossone, Domenico Modugno e muitas Canzonetas. estava sensacional e com o vinho Primitivo di Manduria em comemoração à data, o Dal 1947.

 

 

A La Pastina, é uma das principais importadoras de bebidas e alimentos gourmet do Brasil, presente desde 1947 no mercado, é responsável pela importação e distribuição exclusiva de marcas mundialmente conhecidas, além de contar com um portfólio de mais de 100 itens gourmets com a marca própria La Pastina, oferecendo ao consumidor brasileiro cada vez mais produtos diferenciados de alta qualidade e facilitando a vida daqueles que buscam transformar seu dia a dia em gastronomia.

No site da La Pastina fica-se sabendo que a empresa que teve início na zona cerealista (Brás-SP), conta hoje com uma estrutura moderna e funcional para atender os clientes mais exigentes. O novo centro de distribuição, que é um dos maiores e mais bem equipados da América Latina no segmento, possui mais de 16 mil metros quadrados de área, 11 mil posições palletes, câmaras climatizadas e foi construído dentro dos padrões de sustentabilidade, como por exemplo, a captação e reutilização de água, entre outros.

Já o centro administrativo conta com equipamentos de última geração e espaços exclusivos para eventos, cozinha gourmet, salas de degustação e auditório. Hoje a La Pastina é uma empresa moderna e ágil, administrada de forma profissional, com mais de 350 colaboradores e uma equipe de vendas própria, além de representantes em todo o Brasil.