O Aprendiz de Sommelier Fase II Terroir – Espanha

 

O Aprendiz de Sommelier vai aprender um pouco mais sobre Espanha, País fantástico que tem a maior area cultivada de uvas e com vinhos extraordinários. Terra dos tintos encorpados, sedutores, do Jerez e das Cavas. Curta este capítulo. Reveja quantas vezes precisar, depois procure ler sobre Espanha, sua história e suas regiões de Vinhos. Veja em sua carta que vinhos há da Espanha e estude cada um deles. Lembre-se, 1 vinho por dia e ao final de um ano você estará sabendo de 365 vinhos! Estude, deguste e depois reveja os outros vídeos de O Aprendiz de Sommelier e faça o mesmo. Saúde!

 

Vinhos para o Fim de Ano.

Se há algo desagradável é se lembrar dos vinhos na última hora, principalmente em período das festas de fim de ano. Gosto sempre de me adiantar e escolher com calma em diversos endereços que tenho confiança. Minha sugestão é que você faça uma lista de suas vontades/necessidades em termos de vinhos. A minha por exemplo vou fazer aqui com vocês e quem sabe sirva de inspiração. Com ela em mãos, vale dar uma espiada nos sites para verificar ofertas. Lembre-se também de que há a tal da Black Friday que os brasileiros, eternos imitadores dos americanos, resolveram fazer aqui, mesmo não tendo a tradição deles… Há descontões normalmente como o caso do Pão de Açúcar que promete jogar os vinhos com 50% de desconto.. Vale conferir.

1) Natal  Para o Natal é invariavelmente um tinto seco sem madeira para acompanhar o bacalhau, um rosé  para acompanhar o perú, um espumante para o início dos trabalhos e um espumante moscatel para as frutas e panetones.

2) Reveillon  Para o Reveillon normalmente são espumantes, se puder Champagne melhor, depende do bolso… mas se for de brasileiros eu recomendaria a você alguns que me vêm à cabeça agora:

  • Talise Brut
  • Extra Brut LH Zanini
  • Espumante Era dos Ventos Peverella
  • Cave Amadeu Brut Rosé
  • Cave Geisse Brut
  • Marcus James Brut (não há melhor relação qualidade x preço)
  • Aurora Blanc de Noir
  • Estrelas do Brasil
  • Décima
  • Chandon
  • Crua da Vinícola Hermann
  • Salton Lucia Canei Brut Rosé
  • Miolo Cuvée Tradition
  • Rio Sol Brut Rosé
  • Maria Valduga
  • Valduga 130
  • Pedrucci
  • LA Classico Brut Rosé
  • Ponto Nero Moscatel
  • Espumante Perini Brut Nature
  • Viapinana Espumante Brut 575

Entre tantos outros.

3) Verão  Para o verão gosto de ter sempre uma boa variedade de espumantes, quase sempre os que não conheço, vale sempre arriscar, pois ou se acha algo formidável que não se esperava, ou conhece-se um produto que não era tão bom, mas conhece-se. Tem que arriscar. Gosto também de ter uma seleção de brancos, quase sempre em sua maioria naturebas de leveduras indígenas. Inevitável ter à mão no meu caso de Jerez, Porto Branco Seco e se possível Madeira. São impecáveis para o aperitivo de verão com umas amêndoas torradas e salgadas, umas azeitonas verdes, etc.

Para facilitar sua vida, relaciono abaixo meus endereços prediletos:

Além desses sugiro também que você prestigie os ótimos vinhos de produtores artesanais brasileiros, que vivem em dificuldade com um país sem legislação para eles, mas que produzem o que temos de melhor. Segue a lista deles que você encontra na Enoteca Saint Vin Saint

Ná & Didú: 16.071 dias!!

 

Parece inacreditável que se passaram 16.071 dias que estou com a Nazira. Não fosse ela, eu certamente não teria chegado aos dias de hoje. Provavelmente teria ficado em algum desvio dos anos 70, completamente chapado de alguma viagem… não tenho a menor dúvida disso.

 

 

Me lembro que quando me apaixonei por ela, descobri que todos os dias às 6hs., da manhã a rádio Eldorado tocava Que Cest Triste Venise… eu adorava a música e começava meu dia já pensando nela… nós trabalhávamos juntos no Palácio dos Campos Elíseos e me lembro como se fosse hoje o dia em que me apaixonei, quando a vi descendo as escadarias do saguão central com seus caprichados e longos cabelos dourados e um raio de sol bateu nela… Cupido realmente existe.

Aqui uma gravação super elegante dessa músia:

 

Milhares de garrafas depois, hoje estamos assim… Felizes e Juntos.

Eu sei que demos sorte, sei que é raro, mas sei também que não é fácil, que há momentos difíceis que seria fácil jogar tudo para o alto, mas foi para os dois, essa busca do que provamos juntos e que é incomparável. Estar apaixonado é algo mágico e que requer atenção e empenho.

Nossa Amizade e Companheirismo sustentaram o navio em frente, passamos juntos por momentos de perdas, de necessidades, de dificuldades e também, claro, por momentos maravilhosos, de muita alegria e prazer, que aliás foram muito mais que os difíceis.

Nossa música não é o Que Ces’t triste Venise, mas La Vie en Rose, que abaixo separei duas gravações maravilhosas. Quando fizemos nossa Lua de Mel que foiu a bordo do Eugênio C que na década de 70 era algo realmente “chic”  black tie e tal… eu dei uma boa gorjeta aos membros da orquestra do salão, ao DJ da discotéque e qo trio do bar, para que toda vez que eu entrasse no ambiente eles tocassem La Vie en Rose… ela adorou e sempre comentava> “Nossa!… a nossa música!!”… alguns anos atrás, eu embriagado contei a ela que havia subornado os músicos para isso, pensando que ela iria me achar o máximo… porém ela ficou furiosa por eu ter quebrado o encanto daquela situação… Homens e Mulheres realmente são muito diferentes…

 

Agradeço a Deus essa sorte que tivemos e à Nazira por sua companhia a meu lado. Ela me deu os meus melhores amigos:

Que me deram esses netos maravilhosos que me mantêm em forma… e hoje são a minha maior alegria…

Aqui a gravação em ritmo entusiasmado da ZAZ que é um show também… Grazie Ná.

O Aprendiz de Sommelier Fase II Terroir – França

 

A Série O Aprendiz de Sommelier Fase II Terroir hoje fala de França. Importante como já dissemos, que você veja e reveja os vídeos, que pense e estude a respeito. Se possível deguste alguns desses vinhos e observe bem como ele é. Neste vídeo o especialista Rodrigo Mainardi da Mistral fala com propriedade deste incrível país de vinhos maravilhosos. Saúde!

 

Expovinis 2018

 

Recebi e-mail da Expovinis 2018 dando conta de sua data e da nova  Show Manager,  Cristiana Rabusin. Veja abaixo:

22ª edição do ExpoVinis Brasil está confirmada  

Com novo posicionamento, o principal evento profissional de vinhos da América Latina é ponto de encontro entre os canais de venda e produtores de vinhos do mercado nacional e internacional.

Entre os dias 12 e 14 de junho de 2018, São Paulo (SP) sediará a 22ª edição do ExpoVinis Brasil, considerado o principal encontro profissional de vinhos, destilados e acessórios na América Latina. Sua última edição reuniu mais de 400 marcas expositoras e mais de 6 mil visitantes, sendo 95% do público formado por profissionais do setor.

Tintos, brancos, rosés e espumantes protagonizarão três dias de programação intensa para toda cadeia do setor: além de degustações, o evento promove rodadas de negócios, palestras e provas especiais, conduzidas por profissionais que são referência no mercado.

“Estamos preparando um grande evento. O ExpoVinis já se consagrou como o encontro anual do vinho no Brasil, quando reúne expositores e compradores de todo o país, ampliando as possibilidades de negócios e montando um painel do que vem sendo produzido e discutido no setor. Nosso papel fundamental é promover o contato entre empresários, produtores, compradores e consumidor e contribuir com o conhecimento e a informação sobre o segmento através de conteúdos ministrados por grandes profissionais”, resume Clélia Iwaki, diretora da feira, que é organizada pela Informa Exhibitions.

Com vasta experiência em eventos internacionais, Cristiana Rabusin (foto) é a nova Show Manager da Expovinis Brasil, sendo responsável pela gestão e construção do novo posicionamento do evento para o mercado de vinhos.

“A nossa expectativa durante os três dias de evento é receber um público profissional extremamente qualificado, de forma a fomentar grandes negócios para o mercado de vinhos e destilados no país e na América Latina”, ressalta Rabusin.

Italiana-Francesa apaixonada pela América Latina, Cristiana trabalhou em grandes organizadoras de feiras como Comexposium e Reed Exhibitions, desenvolvendo feiras de negócios B2B e B2C na França, Argélia, Marrocos e Brasil.

O Aprendiz de Sommelier Fase II Terroir – Argentina

Caro Aprendiz de Sommelier, você tem estudado um vinho todos os dias? Espero que sim. Tenha certeza de que você pode ser uma pessoa ainda melhor do que é. Ajude sua sorte a ajudar você. Estude. Assista e reveja os vídeos de O Aprendiz de Sommelier e deguste sempre que puder.

Hoje temos o capítulo sobre Terroir da Argentina e quem vai contar para nós é o Rodrigo Mainardi da Mistral. Bem vindo. Sucesso! Saúde!

 

Vinci 10 anos. DEZ ANOS!!!!????

 

Esta semana tive uma grande surpresa, fui comemorar os 10 anos da Vinci, degustamos ótimos rótulos dessa segunda importadora de Ciro Lilla que é melhor que a maioria das cerca de 400 importadoras que existem no Brasil.

Caí de costas ao saber dos 10 anos! Afinal, na minha cabeça, tinha no máximo a metade disso, pois me lembro claramente de ter feito um post, que não encontrei, diga-se, onde postava uma foto da obra da Rua Pamplona 917 onde dava para se ver o nome Vinci. Postei e dei um furo na época, me l;embro. Pena que não sabia indexar matérias e não fazia a menor idéia do volume de informações que teria em minha vida na internet. O fato é que não encontrei. Paciência. E outro fato é que faz DEZ ANOS!!!

Tive váriuos destaques que posto a seguir, desejo muitos anos mais de sucesso para a Vinci e aproveito para publicar um vídeo que fiz ao vivo no Facebook lá, onde entrevistei o Otavio Lilla e a Sofia Carvalhosa.

 

Meus destaques com as dicas do Pagliari que chegou bem antes de mim e acabou repassando a sequência…  Nesses dezoito destaques que selecionei há desde vinhos Abaixo de 50 Paus deliciosos, como os Abaixo de 500 Paus, os Orgânicos e Biodinâmicos, todos sensacionais. Mas na Vinci tem muito mais. Lugar que merece mesmo uma parada e se tornar habitué.

Concurso Mundial Bruxelas Brasil

 

Outro dia houve uma polêmica danada no Facebook, essa tribuna ridícula onde tudo fica misturado e de repente você está dando ouvidos a quem nunca deveria, a respeito de Concursos. Disse naquela ocasião que há concursos que são sérios.

Eu mesmo fui e costumo ser jurado em concursos, aliás único lugar onde pontuo vinhos, uma vez que considero vinho emoção e não deveria ser parametrizado por números, mas não há outra forma em termos de concurso. Então pontua-se.

Inscreve-se quem quer, quem tem condições e se for esperto e escolher concursos sérios e ganhar alguma medalha, deveria tirar proveito disso, afinal, no Brasil, quase todo mundo não sabe absolutamente nada de vinho, então uma medalhinha estampada em seu rótulo vai ajudar certamente.

O Concurso Mundial Bruxelas Brasil, que é a edição brasileira do conhecido Concurso de Bruxelas, do qual já fui degustador por inúmeras edições é um dos concursos que posso garantir que são sérios. Ninguém sabe que vinho está degustando, apenas a categoria, não se pode nem receber ao final a relação dos vinhos, o que considero exagerado e sempre reclamo, e que sempre traz grandes surpresas na hora de se saber dos ganhadores.

Este ano eu não pude participar pois estava em viagem ao exterior, mas em 2016 participei e escrevi sobre o concurso, você pode ver AQUI.

Pois fico sabendo que as inscrições estão abertas para a próxima edição. se você é produtor de vinho brasileiro e pretende trilhar um caminho apoiado em medalhas e reconhecimento de júris, aqui está uma oportunidade de inscrever seu vinho. Sucesso.

A falta de Respeito com o Artesanal.

Recebo o release da Assessoria do Ibravrin, que você pode ler abaixo.

Notem que não há uma linha sobre dois pontos fundamentais que simplesmente inviabilizam o Simples para Pequenos Produtores:

 

  1. O artigo 72-A que determina que a ME ou EPP envasadora de bebidas optante pelo Simples Nacional é obrigada a instalar equipamentos de contadores de produção que possibilitem ainda, a identificação do tipo de produto, de embalagem e sua marca comercial, além de outros instrumentos de controle, na forma disciplinada pela RFB. (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 17 § 5º, art 26, §§ 4º e 15)”(NR). Alguém de sã consciência pode achar isso sensato?! Nem a Vinícola Aurora tem essa exigência!!!
  2. Exigência das Boas Praticas Vinícolas do MAPA que foi feito para a Indústria, para o grande volume, para a vinificação de controle absoluto e de correção. Não entende de produção artesanal de vinho, proibindo coisas que são fundamentais na produção de um vinho artesanal. Só legisla para a indústria e não cumpre seu papel orientador e nem fiscalizador, pois só a exigência (ridícula, diga-se) de exigir forro na cantina, fecharia 90% das vinícolas que conheço.

Ou seja, uma balela. Soube de gente que participou que mais se falou de produtores de 1 milhão de litros!!! Inclusive com exemplos dos palestrantes. Vou repetir: 1 milhão de litros!!!

E o Ibravin emite este release abaixo como se tudo fosse um mar de rosas… onde estamos gente? é uma piada mesmo? Ou acabou de vez a sensatez? Cada vez me decepciono mais.

 

Benefícios da inclusão das vinícolas no Simples Nacional são apresentados em seminário
Evento promovido pelo Ibravin mostrou que a medida, que passa a vigorar em 2018, deverá ajudar na desburocratização, na redução de custos tributários e na formalização de centenas de produtores

 

A redução da carga tributária, a desburocratização e, consequentemente, a formalização de centenas de produtores. A inclusão do setor vitivinícola no Simples Nacional deverá trazer todos esses benefícios para as empresas que optarem pelo regime simplificado, que passa a vigorar a partir de janeiro de 2018. Os detalhes acerca das vantagens da medida, sancionada em outubro de 2016, foram apresentadas na manhã desta quinta-feira (19), em seminário promovido pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), em Bento Gonçalves (RS), com a participação de mais de 170 pessoas, entre proprietários de vinícolas, contadores e dirigentes de entidades.

O diretor de Relações Institucionais do Ibravin, Carlos Paviani, adiantou que está sendo elaborada uma cartilha para esclarecer dúvidas sobre as vantagens de opção pelo regime. Paviani fez um resgate do trabalho junto ao Congresso Nacional e ao Governo Federal para incluir o setor no Simples, que contou com o apoio do Sebrae Nacional. Segundo o dirigente, cerca de 80% das vinícolas poderão ser enquadradas no regime e mais de mil novos empreendimentos poderão ser regularizados apenas nos estados da região Sul. “Além de formalizar esses produtores, comprovamos que a entrada no Simples não acarreta em perda de receita pelos governos. Estabelece, ainda, uma pirâmide tributária, de acordo com o faturamento. Nenhuma vinícola começou grande. Temos que dar condições para que essas empresas se desenvolvam”, defendeu.

O analista na Unidade de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial do Sebrae Nacional, Thiago Moreira da Silva, demonstrou com números de que forma o Simples Nacional tem contribuído para o aumento da formalização, do emprego e da sobrevivência das empresas. Entre os dados apresentados, o número de pequenos negócios registrados passou de dois milhões, em 2002, para quase 12 milhões em 2017. “A oportunidade de trazer este setor para o Simples é a oportunidade de geração de empregos e de crescimento. As vinícolas passarão a integrar um grupo de empreendimentos que, aos poucos, está mudando o país”, enfatizou.

O coordenador de Informações Tributárias e Auto Controle do Ibravin, Darci Dani, exemplificou as diferenças de custos entre uma empresa do lucro presumido e do Simples, em diferentes situações de venda. De acordo com o levantamento, as empresas que optarem pelo Simples deverão ter diminuição em uma série de custos, especialmente na venda direta ao consumidor final.

O advogado e consultor especializado em tributação empresarial Rômulo de Jesus Dieguez de Freitas apresentou os itens da lei do Simples Nacional. O profissional alertou para cuidados que devem ser observados pelos empreendedores e contadores. “Um empresário que seja sócio de duas empresas precisa atentar para que o faturamento de ambas não ultrapasse os limites do enquadramento. É preciso ter cuidado, formalizar tudo, para que não ocorra erros e a empresa não seja excluída do Simples”, alertou.

O secretário-Executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, do Ministério da Fazenda, Silas Santiago, informou que, atualmente, o controle de produção para os empreendimentos que optarem pelo regime está em estudo pela Receita Federal. Para Santiago, as mesmas regras que são exigidos para as demais empresas deverão ser seguidas, mas sem acarretar em aumento de custos significativos para os micro e pequenos negócios. Ele lembrou que a inclusão das vinícolas, assim como das micro e pequenas cervejarias artesanais e cachaçarias, poderá ser efetivada desde que estejam registradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e que obedeçam à regulamentação da Anvisa e da própria Receita Federal quanto à produção e à comercialização de bebidas alcoólicas.

“Se a vinícola se enquadra no regime, só há dois motivos pelo qual ela pode ter o pedido indeferido: se a empresa tiver dívida com a Receita, com o Estado ou com o município ou caso ela tenha algum problema na inscrição”, explicou.

A auditora-fiscal da Divisão de Fiscalização e Cobrança da Secretaria Estadual da Fazenda do Estado do Rio Grande do Sul, Roberta Zanatta Martignago, encerrou o encontro apresentando dados do Simples Nacional no estado e as ferramentas do Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional – Declaratório (PGDAS-D), que deverá ser acessado no portal da Receita (www8.receita.fazenda.gov.br) pelas empresas que optarem pelo regime.

Assim como os demais palestrantes, Roberta reiterou que cada caso precisa ser estudado junto ao contador para que se avaliem os prós e os contras do enquadramento no Simples Nacional. Vinícolas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões no mercado interno e até R$ 4,8 milhões no Externo poderão ser enquadradas. A partir de 2018, no regime simplificado, haverá seis faixas de faturamento e cinco tabelas de tributação.

“O Simples Nacional substitui o PRPJ, PIS/PASEP, CSLL, CONFINS, IPI, contribuições de seguridade a cargo da pessoa jurídica, ICMS E ISS”, lembrou o advogado Rômulo de Jesus Dieguez de Freitas.

FOTO
Legenda:
Silas Santiago, do Ministério da Fazenda, foi um dos palestrantes do seminário sobre o Simples Nacional
Crédito: Martha Caus/Ibravin

 

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Prem1um Wines investe ainda mais em Nova Zelandia

Ontem tive o prazer de estar entre os convidados da Prem1um Wines para assistir uma palestra do Jorge Lucki sobre Nova Zelandia, conhecer a simpática e entusiasmada Caroline Bilkeu, Embaixadora do País e degustar maravilhas de vinhos.

Incrível, mas a Prem1um está com mais de uma centena de rótulos da Nova Zelandia, que não são baratos, mas são absolutamente EXCEPCIONAIS. Merece conhecer.

Degustamos diversos exemplares:

  • Espumante Hunter’s Miru Miru Reserve 2010  Com 55% de Pinot Noir, 44% de Chardonnay e 1% de Pinot Meunier  R$ 255,82
  • Fallen Angel Marlborough Sauvignon Blanc 2016  R$ 284,25
  • Fallen Angel Marlborough Riesling 2016  R$ 250,14
  • Clearview Sauvignon Blanc Reserve 2014  R$ 300,17
  • Clearview Chardonnay Reserve 2014  R$ 511,65
  • Ata Rangi Sauvignon Blanc 2016  R$ 227,40
  • Hunter’s kaho Roa Sauvignon Blanc 2016  R$ 216,03
  • Pegassus Bay Riesling 2012  R$ 343,46
  • Rippon  “Rippon”Mature  Vine Riesling 2015  R$ 306,99
  • Rippon  “Rippon”Mature  Vine Gewürztraminer 2015  R$ 306,99
  • Ata Rangi Pinot Noir 2015  R$ 682,20
  • Ostler Blue House Pinot Noir 2015  R$ 284,25
  • Ostler Caroline’s  Pinot Noir 2015  R$ 545,76
  • Trinity Hill Homage Syrah 2014  R$ 1.023,30
  • Rippon “Rippon” Mature Vine Pinot Noir 2013  R$ 545,76
  • Burn Cottage Moonligth Race Pinot Noir  2015  R$ 500,28
  • Burn Cottage Pinot Noir 2015  R$ 682,20

A excepcional performance do Rippon e do Burn Cottage surpreenderam, mas a mim parece muito grande e desproporcional a distância de preços entre os extraordinários brancos e os tintos. Abaixo os dois róptulos do biodinâmico Burn Cottage.

 

Gravei um pouquinho da abertura, vale ver para conhecer a simpática Caroline Bilkey, a Embaixadora da Nova Zelandia.

 

Fiz alguns takes ao vivo de lá que vale rever, onde o Jorge Lucki falava de alguns dos vinhos, veja.