O Le Petit Clos chegou!

Não sei se vocês se lembram, mas eu postei aqui sobre esse vinho. Veja AQUI.  A noite que o evento foi surpreendido pela falta do vinho Le Petit Clos, que ficou preso no aeroporte de Santiago em função da neve!… Vale rever o post,  pois havia lá várias novidades da Lapostolle, lá.



Agora chego em casa e encontro uma garrafa do tal Le Petit Clos!! Agradeço ao Charles-Henri de Bournet Marnier Lapostolle, ao Ciro Lilla e Otavio Lilla e à nevasca daquele dia, afinal, acabei ganhando uma garrafa do Le Petit Clos inteirinha só para mim… Imagine se escrevesse de parafusos… teria recebido uma coleção deles e suas porcas…

A idéia desse vinho não é ser um segundo vinho do famoso Clos Apalta, mas um vinho excepcional que já pode dar muito prazer jovem. E ele já vem arrancando suspiros e elogios pelo mundo. Ele é elaborado com as castas Cabernet Sauvignon (40%), Carmenère (30%), Merlot (28%) e Petit Verdot (2%). Um corte bordalês das antigas. Estou com muita vontade de abrir a garrafa.

As uvas vêm do vinhedo biodinâmico em Apalta, vinificação por gravidade, ;leveduras indígenas em cubas de carvalho francês e sob a supervisão da querida e competente Andrea Leon. Depois o Le Petit Clos estagia por 18 meses em barricas noivas de carvalho francês (33%), em barricas de carvalho frances de 2º uso (33%) e em cubas de carvalho francês de 7.500 litros (34%).   Abaixo você pode ver um vídeo que fiz com a Andrea em 2016 durante o Encontro Mistral.

 

ETEC Benedito Storani

Meu amigo Marcio Marson, ex-Marson, ex-Miolo, ex-Bueno e hoje consultor, me convidou para conhecer a ETEC Benedito Storani, afinal ele era avô de sua esposa. Foi uma grata surpresa. A área é enorme, mais de 260 hectares. abriga uma enorme horta orgânica certificada que fornece alimentos para cesta básicas de Jundiaí e é tocada pelos estudantes.

Mas o mais legal mesmo foi ver o entusiasmo do Eduardo Alvares, Diretor licenciado temporário da ETEC para atuar como Secretário do Turismo de Jundiaí, com a implantação da escola técnica de Enologia e Vinicultura. Falta apenas os equipamentos para a implantação total da unidade que já leciona, mas vinifica de forma absolutamente precária.

Aliás, o Prefeito, Luiz Fernando Machado é hoje o lider da Rede de Cidades Vitivinicolas Paulistas do Estado de São Paulo, ligado com a Frente Parlamentar de Vitivinicultura do Estado de São Paulo, movimentos que nasceram da iniciativa do Deputado Roberto Morais e de Fausto Longo, Presidente do SPVinho.

Eu adoraria que o Governador Geraldo Alkmin e seu Vice, Marcio França, fizessem lá uma visita para ver que trabalho impecável e determinado eles estão fazendo. É fundamental que se instalem os equipamentos que faltam, pois essa ETEC será modelo para o desenvolvimento de novos produtores de sucos e de vinhos finos do Estado de São Paulo. Conto com o bom senso e visão empreendedora do governo.

Eles têm lá além das videiras de americanas, algumas parcelas de vitis vinífera, como esta de Cabernet Franc ou esta abaixo de Syrah

Eles cultivam ainda Sauvignon Blanc e fazem os dois sistemas, o de dupla poda e o normal, para compararem os resultados e mostrarem aos estudantes.

Imaginem o gabinete do governador servindo suco de uva paulista de uma ETEC ou mesmo um Vinho produzido lá como apoio técnico a produtores da região. Não seria o máximo?

O professor Eduardo Alvares já havia falado na Assembléia do Estado de São Paulo, quando lançamos a Frente Parlamentar de Apoio a Vitivinicultura, mas lá não havia tido tempo para conversarmos, hoje não, foi uma visita completa às instalações e o que falta nela e ao campo também. Um trabalho e tanto que espero se complete logo.

Eduardo Alvares, Gilberto Freitas e Adilson Amatto

Eles fazem um trabalho dedicado e apaixonado pelo vinho paulista. Quando o trabalho do SPVinho, com o apoio da Frente Parlamentar e da Rede de Prefeitos Paulistas, se concretizar, essa ETEC terá muito trabalho a oferecer aos novos futuros produtores de vinho de qualidade no Estado de São Paulo.

Agradeço ao Marcio Marson e cumprimento a família Storani pela doação da enorme área que está muito bem destinada.

 

 

Já que a moda é rosé…

 

 

Fico feliz de ver a moda do rosé, em tudo. Sensualidade. Bárbaro. No vinho, acho importante que se lembre a importância da Provence nesse tema. Todo produtor quer fazer um Rosé de Provence., não adiante nem dizer que não…

A Provence é muito mais do que você imagina no mundo do vinho. A bebida existe lá antes ainda dos Romanos, levada pelos Gregos que fundaram Marseilles há mais de 26 séculos. O vinho na época era claro, rosado – como foi até o século XVII – se aprimorou e nunca saiu de moda. Hoje representa a tipicidade da região.

 

Um verdadeiro rosé da Provence é claro, límpido, seco, estruturado, elegante, aromático e fresco. Sua cor é inimitável, indo do rosa clarinho ao cobre cintilante, passando pela cor de casca de cebola.  Muito sedutor. Eles produzem cerca de 120  milhões de garrafas por ano dessa maravilha de frescor e estrutura que só a Provence consegue. Todos imitam sem o sucesso que gostariam.

 

Imagem de Coteaux d’Aix-en-Provence

São três as DOCs da Provence:  Coteaux d’Aix-en-Provence, terra de Cézanne, terroir de solos argilo – calcários, sol e mistral (vento frio regional), produz tintos de caráter, amplos, carnudos e de aroma potente…. Brancos aromáticos finos e elegantes… Quanto aos rosés, vivos, frutados, é com leveza e flexibilidade que se casam maravilhosamente à cozinha do verão ou como aperitivo.

 

Imagem de Coteaux Varois en Provence

Coteaux Varois en Provence : Reflexo perfeito do interior da Provence, protegido pelas montanhas que o cercam, aproveitando-se assim de um micro-clima de tipo continental, ele é alimentado por um terreno argilo-calcário. Os vinhedos contam com uma grande variedade de uvas, sutilmente associadas, que dão nascimento a cuvées típicas.

 

Imagem de Côtes de Provence

 

Côtes de Provence : Extraindo sua força em solos pouco úmidos, estes vinhos se beneficiam do mistral e da luminosidade tão típica da Provence. Os cincos terroirs que compõem este AOC dão tintos amplos, estruturados e generosos, brancos aromáticos de grande classe, e distinguem-se principalmente na arte do rosé. Autêntica tradição, a elaboração de rosé Côtes de Provence pede um conhecimento específico e produz vinhos secos, frutados e elegantes, cuja coloração luminosa não se assemelha a nenhuma outra.

Se você estranhou a menção a vinhos tintos, saiba que existem maravilhosos tintos, com estrutura e frescor, nada comparado aos corpulentos e adocicados vinhos do novo mundo não. Experimente.

Com as uvas tintas da Provence se produz diversos vinhos: Tintos potentes bem estruturados, robustos, ricos, equilibrados, com envelhecimento em madeira. Para isso as cascas permanecem por mais tempo em contato com o mosto (suco da uva prensada).

A maioria dos tintos da Provence, porém são tintos jovens, para isso o tempo de contato do mosto com as cascas é menor. Assim se consegue  um vinho fresco frutado e aromático .

 

 

Os rosés são produzidos por dois métodos distintos, os de sangria ou masceração, cujo contato das cascas com o mosto é de apenas algumas horas. O outro método é o de prensagem, processo que consiste em prensar lentamente as uvas, conseguindo-se uma grande delicadeza de cor.

As castas tintas da região são: Grenache, Syrah, Mouvèdre, Cinssault, Tibouren, Carignan e Cabernet Sauvignon e as brancas: Rolle, Clairette, Ugni-Blanc e Marsanne.

Conheça mais os “Vin de Porvence”, prepare suas saladas Niçoise, os frutos do mar a vinagrete os peixes grelhados, as azeitonas os aliches e procure conhecer melhor seus vinhos, você vai adorar, eles combinam muito com nosso clima.

Jerez LUSTAL

Se há um vinho para se ter sempre à mão é um Jerez. Eu adoro esse tipo de vinho fortificado que inclusive tem diversos estilos, confira aqui, se você tiver uma garrafa de Jerez na sua geladeira e um saquinho de amêndoas torradas e salgadas no armário, poderá a qualquer momento receber uma visita com elegância e refinamento.  Eu fui visitar o Rogério D’Avila da Ravin que importa o Lustal, uma das grandes marcas de Jerez e conversamos sobre a alta de impostos absolutamente injusta nessa categoria de vinhos, acabei me beneficiando da generosidade desse importador ganhando uma garrafa de Palo Cortado, meu estilo preferido de Jerez. veja:

 

O Jerez é uma bebida excepcional e versátil e sempre que falo dessa bebida me lembro de uma aula/palestra do meu Amigo Professor José Luiz Giorgi Pagliari, o “Dom Jerez” , um aficionado do tema, na Confraria dos Sommeliers onde ele contou algumas curiosidades sobre a bebida:

1. Poucos vinhos são tão curingas, tão versáteis em harmonizações difíceis quanto o Jerez, que vai bem com alimentos amargos, picantes, ácidos, doces, untuosos ou salgados.

2. Produtos quase sempre incompatíveis com algumas harmonizações podem ser salvos por um Jerez, a exemplo de alcachofra, aspargos, ovos, verduras e hortaliças, picles, vinagrete, frutas cítricas, frutas frescas e chocolate.

3. O Jerez é da família dos vinhos “Fortificados”, como Porto, Madeira, Marsala, Vins Doux Naturels.

4. A casta principal é a Palomino e o solo a “Albariza”.

5. As famílias estão divididas basicamente em quatro tipos: os secos, que são o “Fino” e o “Manzanilla”; os de caráter oxidativo crescente, que são os Amontillado, Palo Cortado e Oloroso; os de caráter muito doce, Pedro Ximenes ou “PX” e o pouco conhecido Moscatel; os de caráter adocicado (Vinos generosos de Licor), que são os Médium (Amontillado Médium Dry), o Cream (parte do Oloroso) e o Pale Cream (parte do Fino).

6. 50% do mercado de Jerez é do tipo doce, e a Inglaterra é o maior consumidor da bebida.

7. A Espanha consome mais o Manzanilla. O “Fino” é mais para exportação.

8. Os tipos Fino ou Manzanilla duram cerca de 18 meses na garrafa e uma semana depois da garrafa aberta, desde que conservado tampado e na geladeira.

9. A temperatura ideal de serviço do “Fino” é de 6 o C a 8 ºC e do “Manzanilla” de 8 ºC a 10 ºC.

10. Harmonizações ideais do tipo Fino são: aperitivos, com presunto cru, fritura de peixes e carnes brancas, embutidos sem pimentão, mariscos iodados, aspargos e alcachofra.

Palo Cortado, é um tipo de Jerez que começou a vida numa criação biológica, sob a proteção da flor, mas já nessa fase começa a apresentar tendências bem sutis que pendem para o oxidativo. Então após breve crianza biológica, ele é “encabezado” como se chama em Jerez a fortificaçnao com adiçnao de álcool vínico e então segue sua evolução em crianza oxidativa como se fosse um Oloroso. A curiosidade e seduçnao dessa categoria de Jerez é justamente ter um nariz de Amontillado e uma boca de Oloroso.

 

Se você se interessa pelo assunto, saiba tudo neste site. Saúde!

Grazie Horst e Ailton!

A convite do meu amigo Horst, fui com um pequeno grupo de amigos, visitar o chef Ailton Piovan em sua Mondiale, produção de massas caseiras  e depois conhecer e almoçar em seu projeto acoplado de Cozinha italiana, o Piovanelli e a Hamburgueria The British Burger, no Centro Alimentício Pátio Corina em São Roque.

Cada um levou uma ou duas garrafas e o Ainton abriu outras quatro!… Foi uma delícia de encontro informal, onde visitamos a indústria de Massas e que faz eventos gigantescos com comidas de qualidade além dos seus dois restaurantes, onde fomos servidos pantaguélicamente.

O desfile de vinhos foi sensacional, abaixo algumas das últimas garrafas…


 

O nome da cantina Piovanelli é uma homenagem aos avós paternos de Ailton, Piovan do avô e Borelli da avó. Já a hamburgueria puxa para a raça do gado que fornece a carne para os lanches, a britânica angus.

Eu levei um Chardonnay que fez muito sucesso por sua personalidade, tipicidade, acidez e qualidade, até gravei o Vinho de Hoje com ele para vocês. Vejam:

 

Vem aí O Aprendiz de Sommelier Fase 2 – Terroir.

 

A série O Aprendiz de Sommelier atingiu mais de 70 mil views no Instagram!, foi um grande sucesso que auxiliou muita gente a saber mais do Mundo do Vinho e se tornar um aprendiz de Sommelier. Gente que muitas vezes nem acesso à informaçnao tinha, estudou por ele e se tornou um profissional melhor. Agora vem aí O Aprendiz de Sommelier Fase 2 – Terroir

Nesta etapa não sou eu quem vai falar para você sobre os Terroirs, mas são especialistas em cada Terroir que falarão dele a você. Produtores, Importadores, Distribuidores, Sommeliers, Experts no assunto lhe ajudarão a saber o que dizer de cada Terroir de cada País ou região, para que você possa orientar ou surpreender o Cliente a saber o que esperar daquele vinho.

 

Épice anuncia MASI

Em um almoço no Eataly, Luli Dias da importadora Épice, comemorou a conquista da MASI no seu portfólio. O sr. Dr. Enólogo Vincenzo Protti, com sua conhecida aimpatia e entusiasmo, falou da empresa que representa e apresentou seus vinhos.

Poucos sabem, mas a Masi é considerada uma autoridade na questão do “apassimento” das uvas corvina que compõem parte fundamental dos Amarone e dos Ripasso. Os Boscaini, família dona da Masi são respeitados por isso. Eu gravei o Luli Dias apresentando o Vincenzo Protti, e o Vincenzo também. Veja:

 

 

Hoje tivemos o privilégio de uma garrafa com mais idade, que o Vincenzo guardava com carinho e teve a generosidade de compartilhar conôsco, este Amarone Masi 1997, uma maravilha que bem mostra a evolução de um vinho de extrema qualidade. Agradeço a gentileza.

 

 

A Masi é um produtor que enobrece qualquer portfólio de qualquer importadora e a Épice que vem otimizando seu portfólio, reduzindo-o e qualificando-o marcou um bom ponto em conquistar a MASI, que agora se junta a outros importantes produtores italianos da Épice, como Il Borro, Rocca di Castagnoli. Villa Spinoza, Giacondi, Castiglion del Bosco, entre outros.  Parabéns!  Desejo sucesso a essa parceria.

Merece destaque o bonito catálogo, exclusivo para a MASI, produzido pela Épice por coordenação da competente e simpática Patricia Jota, com quem tive o prazer de dividir a mesa com o Professor José Luis Giorgi Pagliari, o jornalista Marco Merguizzo e Catarina Mousinho da Épice.

Todos sabem que a MASI esteve por anos na Mistral e em um dos Encontros Mistral eu gravei com o Vincenzo Protti uma bom vídeo dele apresentando a vinícola, vale ver. Saúde.

 

Indiquei como O Vinho de Hoje o Rosa Masi, veja:

 

Viagem ao Chile com o Pão de Açúcar. Balanço final.

 

Acabo de publicar o último post relacionado à viagem que fiz ao Chile a convite do Pão de Açúcar em companhia do Carlos Cabral e Sra., do Fabio Greghy, responsável pelos vinhos do Club des Sommeliers entre outras coisas,  a querida Juliana Machado da Assessoria de Imprensa do GPA, do casal do blog AmoVinho, Deisi e Gui Cury, e do Christian Burgos da Revista Adega. A foto abaixo que ilustrou meu primeiro post, que foi tirada na nossa chegada, bem mostra a alegria do grupo.

 

Há um balanço a fazer, pois afinal, sempre voltamos melhores depois de qualquer viagem. Meu balanço é o seguinte:

  • O Carlos Cabral é um patrimônio do Mundo do Vinho. O Pão de Açúcar ao ter o Cabral como Consultor de Vinhos, deu um tiro mais que certeiro, pois não é nada comum ter uma pessoa com o prestígio internacional do Cabral, que independe da empresa onde esteja. Cabral é recebido como um amigo, como alguém da família. Isso é resultado de uma vida dedicada ao vinho, ao conhecimento e a uma postura ilibada. Raro mesmo. E o que digo todos pudemos atestar nas quatro bodegas que visitamos.
  • O Pão de Açúcar tem uma importância enorme no mercado do Vinho, pois tem quase 20 milhões de garrafas vendidas anualmente, o que passa dos 12% de todo o mercado Nacional. Isso mostra que o trabalho dos atendentes e a oferta de vinhos está mais que adequada ao mercado.
  • Me surpreendi com a informação de que o Pão de Açúcar sòzinho representa tres vezes o volume de vinho comprado internamente no Chile!Incrível. O Pão de Açúcar hoje vende só de Chile 4 milhões de garrafas/ano!
  • A qualidade e consistência dos quatro produtores que visitamos certamente garante a provisão adequada de rótulos em suas gamas de qualidade com bons preços e adequados ao atual perfil do consumidor brasileiro e trazendo gamas superiores também. Perfeito.
  • Ficou clara a seriedade, a preocupação e e atenção que o Pão de Açúcar dá ao seu ítem Vinho. É importante que chegue ao consumidor este trabalho para que ele se sinta alguém especial e não um simples consumidor do que tem na prateleira. Como disse o Cabral no vídeo abaixo, atrás de um rótulo há muita história a contar.
  • A organização da viagem foi perfeita e tudo funcionou bem em todos os lugares. Parabéns.
  • A escolha de pessoas do grupo foi ótima e certamente quem destoou foi o Didú… rindo demais a todo instante como se fosse um personagem dos Muppets…

Abaixo um vídeo que fiz com o Cabral no Aeroporto antes de nossa volta, aliás meus agradecimentos ao up-grade de lugares na aeronave na volta. Valeu muito para mim. Grazie Amigos. Foi realmente um privilégio para mim. Sucesso. Saúde!

 

Via Wines

 

Você pode achar que se trata de um quadro, mas não é, é uma foto feita pelo Gui Cury do Eu Amo Vinho. Um espetáculo que registrou as centenas de ovelhas da Via Wines, que pastam por entre os vinhedos.

O lugar é belíssimo e sua sala de degustação surpreende a qualquer visitante, eu gravei para vocês. No mesmo vídeo Cabral fala da importância do Grupo Pão de Açúcar no mercado do vinho no Brasil. Veja:

 

O enólogo Carlos Gatica da Via Wines, comentou que  o Chile tem 150 mil hectares de vinhas! Concha y Toro tem 13 mil hectares e eles têm 1 mil hectares. E disse que o Pão de Açúcar vende tres vezes mais vinho que o mercado interno do Chile!

 

A linha de vinhos Via Wines de nome Chilensis, além de ter ótimo preço, girando dos R$ 25,00 a R$ 39,00 é bastante didática, são varietais bem feitos e com muita tipicidade. Provamos os: Sauvignon Blanc, o Chardonnay, o Merlot, o Malbec (gosto dos malbec chilenos), o Carmenère e o Cabernet Sauvignon.

A linha superior a Lazuli mais cara R$ 90,00 é de ótima qualidade, um vinho delicioso, com várias opções de assemblage. Uma delícia de vinho.

Tivemos um almoço que foi um dos pontos altos da viagem que o Pão de Açúcar nos proporcionou. A Via Wines contratou o chef belga Mathieu Michel, casado com uma brasileira, que simplesmente deu um show em suas criações e harmoniazções. Eu gravei para vocês, vejam:

 

Muitas pessoas não se dão conta do que somos e do potencial que temos, falo de Brasil e de Vinho. Imaginem que o Pão de Açúcar representa sozinho, tres vezes o consumo interno de vinhos no Chile!  E o Pão de Açúcar vende cerca de 19 milhões de garrafas/ano, o que representa cerca de 12% do mercado brasileiro. Imaginem o que o Brasil pode ser em consumo de vinho?… Quando os brasileiros passarem a beber 1 taça por refeição, seremos dos maiores mercados do Mundo.

Westhofener. Sabe o que é?

A Weinkeller, você deve saber só traz vinhos alemães e todos são ou orgânicos ou biodinâmicos. Hoje a Vivien Kelber, proprietária da importadora fala de um produtor biodinâmico, o Wittmann, e explica o que é um Westhofener… Veja. Saúde!