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Edição
44 |
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Fique sabendo o que o Didú degustou e aproveite as informações privilegiadas |
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Casa Flora na Copa de 2010 |
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A Casa Flora reuniu Clientes e Amigos no Museu do Futebol, para apresentar o vinho oficial da Copa do Mundo da África do Sul em 2010, o Twenty Ten Nedergurg. Os vinhos, na faixa dos R$ 40,00 vêm nas versões Cabernet Sauvignon, Sauvignon Blanc e um rose de Cabernet Sauvignon. A linha Twenty Ten é claramente num patamar mais popular que os ótimos vinhos que saem das mãos de Rasvan Macici, o enólogo dessa fantástica vinícola que produz “Secondo Me” um dos ótimos e baratos vinhos de sobremesa, o botrytisado Nederburg Noble Late Harvest de Chenin Blanc, Muscat, Riesling e Semillon. www.casaflora.com.br Veja a bela Thais Carvalhal falando do evento. AQUI.
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Barton&Guestier na Interfood |
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A famosa Barton & Guestier é a mais nova marca no portfolio da Interfood de Gabriel Cury com o respaldo sempre atento de Bruno Airaghi. Em jantar a um grupo de privilegiados no Erick Jacquin, foram apresentados alguns dos vinhos dessa empresa de quase 300 anos, desde que Thomas Barton imigrou da Irlanda para Bordeaux onde começou sua vida como transportador de vinhos. A empresa que desde 1986 pertence à gigante Diageo, agora tem no Brasil a Interfood como sua importadora e distribuidora. São 14 milhões de garrafas sob o guarda-chuva de Barton & Guestier e até vinhos biológiocs eles têm. Com uma associação de 250 vinicultores e 3 vinificadores e ainda o maravilhoso Château Magnol de propriedade exclusiva da Barton & Guestier, o enólogo Laurent Prada orquestra a qualidade de cada terroir. No vídeo abaixo você pode saber sobre a garrafa em homenagem a Thomas Barton Barton pela simpática Export Manager do grupo, Audrey Clos. AQUI.
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Gaia Gaja é Gaja com certeza: Viva Itália!!! |
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Fiquei sinceramente comovido ontem no almoço oferecido por Ciro Lilla a alguns privilegiados da imprensa, no ótimo Ravióli, para conversarmos com Gaia Gaja e degustarmos aquelas maravilhas que completam 150 anos de idade. Gaia é linda, tem postura, mulher nobre, fina, inteligentíssima e bem representa o DNA GAJA. Impressionante essa moça com quase 30 anos com essa postura e segurança. Ela deu um show de simpatia, beleza, elegância e competência. Para quem pensava que o Ângelo fosse insubstituível é por que não conheceu Gaia. Parabéns.
Degustamos os espetaculares: Alteni di Brassica Langhe Sauvignon Blanc 2006 (U$ 149,50), o Rossj-Bass Langhe Chardonnay/Sauvignon Blanc 2007, o Promis DOC Toscana 2006 (Merlot/Syrah/Sangiovese) U$ 89,90, o Brunello di Montalcino Renina 2001, (U$ 289,50), vinho que não foi engarrafado em duas safras seguidas, a 2002 e 3 por não estar no nível de qualidade pretendido... esse é Gaja. O famosíssimo e eleganterrimo Barbaresco 2005 (U$ 419,50) e o Barolo Sperss 2004 o campeão “Secondo Me” (U$ 679,00), que veio devidamente firmatto da Gaia per me. Questa volta I don’t forgoth la botiglia!...
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Vinho Verde 1 |
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Tive o grato prazer de visitar a terra de meu avô Licínio Granja a convite da Comissão de Viticultura do Vinho Verde. Você já foi a Portugal a convite de algum produtor ou de alguma associação de produtores? Pois saiba que não dá para explicar em palavras as gentilezas e a amabilidade dos portugueses conosco. Você é tão bem tratado que se sente em casa, Portugal é tão perto de nós..., e tão bem alimentado que eu cheguei a me sentir um ganso do Perigord.
A Comissão escolheu muito bem as visitas pois tivemos de tudo, pequeno produtor, novo produtor, mega produtor, produtor moderno, produtor tradicional. Um show. Degustei exatos 75 vinhos verdes e aprendi muito sobre essa região demarcada desde 1906 e que tem menções escritas de seus vinhos desde Plínio, antes de Cristo! Incrível como sabemos tão pouco de um vinho que deveria fazer parte constante de nossa vidas com este calor que temos por aqui.
Seu frescor, seu baixo teor alcoólico fazem dele uma pedida perfeita. Uma pena que muitos estão reduzido a “agulha” do vinho verde, relegando-a aos vinhos verdes mais simples. Um equívoco “Secondo Me”, pois a “agulha “ é única do Vinho Verde, é marca registrada do Vinho Verde e sem ela perde-se em frescor e perde-se o diferencial e nivela-se a outros bons vinhos frescos. Outra gratíssima surpresa foi o “Vinhão” na tigela. O vinho tinto verde feito com essa casta “Vinhão” que é a mesma Souzão do vinho do Porto. Sensacional um vinho que desconcerta nossa concepção. Alto tanino e alta acidez com baixo álcool. Está totalmente fora do habitual para nós. Um show para harmonizar pratos densos e gordurosos e ainda com frescor. Adorei a desconstrução da minha percepção. Outra critica que fiz e repito, ee que Lea o vinho é considerado um vinho apenas local, de tradições das lampreias (peixe de rio com sangue) dos sarrabulhos (comida a base de sangue de porco) e que os jovens não curtem. Constatei o contrário ao encontrar um jovem casal que saiu de Lisboa e foi até São João de Rei comer o bacalhau famoso do Victor e beber vinho verde tinto na tigela... Em meu blog eu publiquei diversos vídeos de diversas vinícolas com os respectivos comentários HTTP://blogdodidu.zip.net Visite se quiser saber mais detalhes.
Deixo aqui uma homenagem aos meus amigos portugueses. Grazie e saúde!
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Vinho Verde 2 |
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Tive a honra de ter sido convidado a dividir as palestras no Brasil, em Belo Horizonte e Curitiba, com Bruno Almeida da Comissão do Vinho Verde. Foi um sucesso e me chamou a atenção o interesse, nas duas praças, pelo Vinho Verde. A maneira como todos participaram e se entusiasmaram com os estilos dos vinhos (aliás, visitem o site deles, é dos mais completos que conheço, com animações Bárbaras), o interesse nos diversos tipos, o Vinho Verde e o Vinho Verde Alvarinho, que são totalmente diferentes.
Como teimoso que sou, pela convicção de algumas coisas, adorei ver nas platéias a confirmação de minha percepção de que todos gostariam de ver a “agulha” mais presente em vinhos de qualidade superior.
O Vinho Verde não pode perder a agulha. Deixem os Alvarinho em seu caminho de vinho tranqüilo, com toda aquela complexidade e exuberância próprias, com a incrível aptidão à evolução, que o deixa mais nobre ainda e marquem bem a presença da “agulha” nos Vinhos Verdes de qualidade superior. Não concordo que a “agulha”, marca exclusiva dos Vinhos Verdes, deva ser relegada aos vinhos mais simples dessa denominação.
Outra observação que me encheu de alegria, foi ver a receptividade ao Vinho Verde Tinto, este sim sem agulha, mas com aquela personalidade de uma casta como a “Vinhão” (a mesma Souzão do Porto) com aquela tinta incrível – dá para se carregar a caneta tinteiro com a “Vinhão” – um show de vinho que não deve ser comparado com nenhum. Ele é único, com aquela acidez e tanino altíssimos e o teor de álcool baixíssimo aos padrões atuais (costuma ter 11,5º), mostra uma alternativa de harmonia excepcional a pratos gordurosos e densos. A idéia geral de se tratar de um vinho apenas regional, está totalmente equivocada “Secondo Me”. O “Vinhão” tem que sair de sua regionalidade e mostra para mim grande opção a pratos pesados em países de clima tropical como o nosso. Um vinho que não quer ser ninguém, está feliz por ser o que é. Não muda a voz ao atender o telefone... ele é o que é. Ame-o ou deixe-o. Eu amei principalmente por sua integridade. Da próxima vez deveriam servi-lo acompanhado de um belo bacalhau grelhado e na tigela... No vídeo Bruno Almeida fala do evento. AQUI
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Pisa a Pé |
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Você já deve ter ouvido falar da pisa-a-pé, que remonta aos nossos ancestrais, que aliás faziam quase tudo melhor que nós. A pisa-a-pé até hoje é a melhor maneira de se transformar a uva em mosto. Não se faz quase mais pois é impraticável a grandes volumes e principalmente por que hoje o que mais se encontra é grandes volumes e padronização. Aproveitei a vinda do Antonio Soares Franco para que ele explicasse para nós como funciona, quantas pessoas trabalham em que turnos, etc. Assista AQUI:
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Mercovino |
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A Mercovino de Ribeirão Preto, do competente empresário André Biagi, vem trazendo bons produtores para seu portfólio. O trabalho é de André Maculan que vem acertando nas escolhas. Outro dia foi a vez de vinhos espanhóis da Can Bonastre que tem um Pinot Noir delicioso, um show de vinho. Agora de uma vez trazem os Champagnes Canard-Duchêne (veja a elegante e simpática Stéphanie Federhpil, Diretora de Exportações do grupo, apresentando os seus deliciosos rosés).
Também o competentíssimo Rolando Bernacchini, o Diretor Geral da Rocca di Castagnoli do Grupo Alimenta da família CALI da Sicilia, proprietária também das Tenuta di Capraia e Castello San Sano, ambos em Castelina in Chianti, Poggio Maestrino e Poggio Graffetta. O encontro era para apresentar os excelentes Rocca di Castagnoli: Chianto Clássico Tenuta di Capraia DOCG 2005, 3 Bicchieri (R$ 88,00), 100% Sangiovese e a melhor compra “Secondo Me” pois é excelente Chianti, o Chianti Clássico Riserva DOCG 2003, 3 Bicchieri (R$ 130,00) delicioso, com 85% Sangiovese, 5% Colorino, 10% Cabernet Sauvignon. O Chianti Clássico DOCG Poggio A Frati 2004, 3 Bicchieri (R$ 150,00), fantástico, com 95% Sangiovese e 5% Canaiolo, o Stielle Toscana IGT 2000, 3 Bicchieri (R$ 235,00), com 70% Sangiovese e 30% Cabernet Sauvignon e o Buriano di Toscana IGT 2003 (R$ 270,00) 100% Cabernet Sauvignon.E importante. O produtor já caminha para ser biológico e ter o certificado nos próximos anos. Boa notícia. Saúde!
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Eduardo Matte conta que Haras de Pirque é orgânico |
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Conheci Eduardo Matte, o jovem proprietário do Haras de Pirque. Seu Chardonnay Elegance ficou em 1º lugar na degustação às cegas de Chardonnay Top do Chile na Confraria dos Sommeliers atingindo 85,29 pontos. Seu tinto Albis é um show. Elegante e chileno. Tem caráter, não quer ser francês, gosta de ser chileno e é muito bom. Consegui uma boa entrevista com ele que rendeu um programa de TV no CELEBRE!. Seus bons vinhos são importados pela Wine Brands.
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Edição
50 |
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Fique sabendo o que o Didú degustou e aproveite as informações privilegiadas |
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Edição
49 |
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Edição
48 |
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Edição
47 |
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