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Edição
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Fique sabendo o que o Didú degustou e aproveite as informações privilegiadas. |
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ERRATA |
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É bom ter “errata” pois é a oportunidade também de voltar a falar de Uruguay...
O simpático Juan Andrés Marichal me escreve para avisar que a importadora que representa seus maravilhosos vinhos no Brasil é a Wine Company aquela mesma que abaixou os preços de seu catálogo em função da queda do dólar. |
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Chianti Picini DOCG 2006 |
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A Vinci Vinhos www.vincivinhos.com.br me enviou uma garrafa do Chianti da esfusiante Martina Picini, aliás, você já viu a entrevista dela no Wine Actor’s Studio? Entre e veja que sensacional o entusiamo dessa simpática e competente produtora. Actor`s Studio - Martina Piccini
O vinho é bárbaro, perfeito para a macarronada que costumo fazer aos domingos, com o vero “Sugo Russo” uma receita de família de mais de cem anos! Experimente, pois custa U$ 19,90 e vale realmente a pena.
Por uma incrível coincidência no dia seguinte tive o prazer de degustar um Chianti Picini “in fiaschi” de 1998 que estava simplesmente espetacular! Com aromas do cravo, couro, aniz e ainda com frescor e acidez. Um espetáculo. Estava na adega da Mãe de meu amigo Roberto Nese que fez um elogio a Martina Picini. Veja o vídeo...
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Chateaux des Aveylands |
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A Casa Flora apresentou uma linha ótima do velho mundo, com preços bem acessíveis para os padrões de preços de vinho no Brasil.
O Château des Aveylands Costière de Nîmes Viognier 2006 é fresco e estruturado, sem ser pesado, um toque de camomila, delicioso e um dos melhores “Secondo Me” tem 13% de álcool e custa R$ 49,00.
O Château des Aveylands Costière de Nîmes Rosé é feito das uvas Grenache e tem bom corpo, bem sequinho, não dá para parar de beber a R$ 36,00 entra definitivamente na lista de “Secondo Me” como boa compra.
O Château des Aveylands Costière de Nîmes 2006 feito de Syrah e Grenache é bárbaro, a R$ 36,00 é perfeito para o dia-a-dia, até refrescadinho um pouco, com toques de pimenta e muito agradável na boca, redondo e seco.
Compre. www.casaflora.com.br
Seguimos para os mais caros que são também muito bons, caso do Syrah Mas des Aveylands 2005 a R$ 49,00, o Syrah Mas des Aveylands Cuvée Prestige a R$ 72,00 que vale a diferença pois é vinho de classe, complexo, muito rico com toques de torrefação escondidos na pimenta típica da Syrah.
A R$ 80,00 o ótimo Château des Aveylands 2005 Les Templiers syrah e grenache a 13,5% de álcool, vinho estruturado e mais madeira que os anteriores, mas nada que comprometa a elegância, muita fruta e longo na boca.
Boas compras. Fale com o Wlater Leone e force na negociação que ele não é de perder negócio... |
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Vitis Vinífera |
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Admiro o foco que o José Augusto Saraiva tem em seu negócio de vinhos. A Vitis Vinífera www.vitisvinifera.com.br do Rio de Janeiro tem procurado trazer bons vinhos a preços sensatos e tem surpreendido. Na Confraria dos Sommeliers tem arrebatado primeiros lugares com seu Michel Gonet, nada como degustar às cegas. Agora tive a gratíssima surpresa de provar dos magníficos vinhos da Vinovalie, com a presença charmosa de Claire Plouzennec, diretora de exportações.
O espumante NC Nicolas Clément por exemplo é bárbaro, para quem como eu, gosta de brioches tostados em sua taça de espumante, esse misterioso aroma que o mundo todo persegue mas só a França oferece, não deixe de ter em sua adega umas garrafas deste ótimo espumante produzido com 100% de uvas Mozac (já havia ouvido falar?...) e que fica 9 mêses “sur lie”. Bárbaro e a R$ 52,00 ! Já a R$ 124,00 um branco inacreditável e complexo, o Astrolab 2004 de Gaillac é feito com as uvas Loin de Loeil com seus 13,5% de álcool seus aromas me remeteram a Viena. Um passeio por pêras verdes, casca de laranja, tangerina que parecia ter uma parcela botrytisada que foi negada pela charmosa Claire, na boca é untuoso e seco, confirma as notas aromáticas e é longo. Bárbaro. O refrescante Rosé Égoiste 2006 feito de Negrette 90% e Syrah 10% é um achado, o Pagliari que sabe de tudo e mais um pouco sobre vinhos, comentou que ela é conhecida como a “Beaujolias do Soud-Ouest”, e é mesmo, pelo menos ao nariz, é puro Beaujolais e a boca fresca deliciosa, R$ 62,00. O Château La Poujade 2004 do Cahors, com seus 85% de Malbec e 15% de Merlot a R$ 58,00 é para você encher sua adega. Vinho de estrutura, puro, bem feito, equilibrado e levemente austero com bastante ameixa seca em compota e liquirizia (alcaçuz) lembra ao primeiro ataque um Amarone. Ótimo vinho que vai para o “Secondo Me” certamente.Compre logo pois o José Augusto não traz muitas garrafas não...
O Château Beauvillain Mompezat 98 Les Côtes Olt também com o mesmo corte do anterior, porém mais evoluido, foi decantado e estava soberbo, nobre, muita liquerizia, ervas, alecrim, se tivesse uma fôrma de camenbert rústico, teríamos que decantar diversas garrafas mais... vinho de R$ 68,00 que é perfeito para você servir a amigos importantes... vão pensar que é vinho de uns R$ 150,00. Compre logo. A R$ 96,00 terminamos nosso agradável festival de boas novidades o Passion 2003 um colheita tardia de Loin de Loeil 70% e Muscadelle 30%, muito interessante com açúcar e acidez na medida certa com sedutor aroma de manga. Sorte nossa termos a Vitisvinífera no Brasil, espero que ele traga logo uns bons uruguaios, com carater e mineralidade que só eles têm na América do Sul. |
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Maison Albert Bichou |
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A Expand recebeu alguns jornalistas de vinho para degustar algumas preciosidades da Maison, com a presença simpática e modesta de seu proprietário, Alberic Bichot. Adorei que são adeptos da “Culture raisonée” ou seja estão namorando os orgânicos e biodinâmicos, aquela gente que não interfere no planeta para fazer bons vinhos e usam apenas leveduras indígenas, ou seja têm muita coragem para correr riscos e respeitar o que a natureza lhes deu.
Provamos dois brancos e três tintos dos 100 hectares que têm e das 1.500 mil garrafas que produzem. Como são da Bourgogne, os brancos são Chardonnay e os tintos Pinot Noir. Pela ordem: Bourgogne Chardonnay Vieille Vigne 2005 a R$ 69,00, muito elegante, com toque típico de manteiga, untuoso, longo, 13% de álcool.. O Bourgogne Chardonnay Château Dracy 2006 a R$ 79,00 me pareceu mais fresco que o anterior, com os mesmos 13% de álcool, com muita elegância e mais floral que o anterior, pedia comia. Os tintos foram pela ordem: Bourgogne Pinot Noir Château Dracy 2005 com 12,5% de álcool era bem Pinot Noir de verdade, com morangos e cerejas maduras ao nariz, confirmando na boca com elegância, estruturado sem ser pesado, agradável, muito próprio para nosso clima ligeiramente refrescado. R$ 79,00. Depois o Bourgogne Pinot Noir Vieille Vigne 2005 a R$ 68,00 era mais intenso que o anterior, com um toque de fumaça de folhas secas bem leve e agradável, muita fruta madura, uma ameixa, longo, ótimo. Aí, para lembrar que normalmente o que mais gostamos costuma custar mais..., veio a R$ 275,00 um maravilhoso Vosne-Romanée 2004. Madona Mia di Sapri!... muitas especiarias, destaque para um cravo da India, terroso uma poeira ao longe... com elegância, finérrimo. Claro que trouxe uma garrafa assinada para a minha coleção de candelabros imbriacco... www.expand.com.br |
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Luis Argenta na Casa Flora |
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Acho sensacional produtores brasileiros com seus vinhos distribuidos por importadoras.
Esteve em São Paulo a convite da Casa Flora, o simpático e empreendedor Deunir Luis Argenta acompanhado pela competente e simpática Mari Balsan, sua Gerente Comercial e de Marketing, que entende de vinhos como poucos é enóloga e fala italiano, francês inglês, etc.... bárbaro. Seus vinhos são de primeira qualidade. Aliás o What’s Up já havia comentado desse produtor em sua visita à agradável e inesquecível Flores da Cunha. Provei seu espumante tinto de cor delicada é muito agradável sem amargor, ótimo pérlage fino, elegante, persistente. R$ 41,00. O Espumante Chardonnay e Riesling Itálico também a R$ 41, muito bom também. Preferi o tinto. Os vinhos tintos foram pela ordem: Cabernet Sauvignon Luis Argenta 2004 muito agradável passou 8 meses pela madeira americana, o que sempre me incomoda um pouco, acho que ficará bem melhor daqui há uns dois anos, foi o preferido do meu amigo e “conaisseur” José Luiz Pagliari. Eu porém preferi o segundo que era o Cabernet Sauvignon Gran Reserva 2005, que apesar de jovem, vai ficar bem melhor que o primeiro, “Secondo Me” claro. Este passou 12 mêses por carvalho francês. Os Argenta são muito sérios em seu trabalho, para você ter uma idéia, eles analisam até a qualidade da água da chuva para saber o que veio para seu sólo. Seguimos para o Merlot Reserva 2004 sem dúvida o melhor do dia, custa R$ 75,00 que “Secondo Me” é caro considerando o que se pode encontrar nessa faixa de preços num mercado como é hoje o de São Paulo com mais de 15 mil rótulos em oferta. Apenas 8% desse vinho passou por madeira por oito mêses e o restante ficou em tanques de aço. É bárbaro, vale comprar no mínimo duas garrafas, uma para conhecer e outra para guardar para daqui uns cinco anos. Em seguida veio um vinho que ainda não está no mercado que é o Cuvée Argenta, um corte de Merlot com Cabernet Sauvignon, um já conhecido nosso foi a amostra 30 na degustação de Tintos Top Nacionais da Confraria dos Sommeliers ano passado e saiu-se muitíssimo bem, com 84,23 pontos em 5º lugar apenas a 1 ponto do primeiro colocado. O vinho estava ainda jovem, como ainda acho que está esse 2005 que é fantástcio mas a inimagináveis R$ 107,00. Veja vídeo...
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Só faltou Ecilda Paullier... |
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Num almôço impecável tive o prazer de desfrutar da companhia do Jonny, dono do Praça São Lourenço http://www.pracasaolourenco.com.br/ , do Geoffroy De La Croix, do José Luis Pagliari, do Luiz Horta além do Ramatis Russo (segundo degustador do What’s Up). Um desfile que começou com o intrigante Pinot Noir Blanc com um toque de Chardonnay, do produtor uruguaio Marichal, do talentoso Juan Andrés Marichal, depois o Angel’s Cuvée Blanc de Bianco do Viñedo de los Vientos do Pablo Falabrino, inusitado corte de Chardonnay, Viognier e Trebbiano. No Chardonnay ele conseguiu uma “crianza biológica” como a “flor” que acontece no Jerez, que dá ao vinho um toque de oxidação. É muita coragem um produtor pequeno como o Falabrino arriscar uma coisa dessas que poderia pôr a perder toda uma safra, para apresentar algo impecável e inusitado como esse Angel’s Cuvée. Pelas palavras do Luiz Horta “...Como bons uruguaios os vinhos tinham notável acidez e nada que os identificasse com o padrão monótono que se atribui, falsa ou verdadeiramente, a muitos vinhos do Novo Mundo.” Exatamente isso.
Na seqüência o Remelluri branco 2003, vinho que utiliza 8 castas; Viognier, Marsanne, Malvasia, Chardonnay entre outras com seus 14,5% de álcool. Muito complexo, sedutor, maravilhoso, que ia se alterando a cada avaliação, depois um Riesling alsaciano delicioso, o Spielmann Grand Cru Kanzlerberg 2000, de Silvie Spielmann que na última degustação de Rieslings da Confraria dos Sommeliers se colocou como a melhor amostra. Espetacular presente do Geoffroy. Seguimos para a oferta do Pagliari, com um inacreditável e complexo Rioja,. Passamos ao Bosconia Gran Reserva 1981, que deixou o Ramatis emocionado.(o vinho foi produzido no ano de seu nascimento, 1981). Incrível, um verdadeiro Bourgogne da Rioja. Super complexo, evoluido, elegante, nobre, impecável. Luiz Horta que sabe tudo e é nobre o suficiente para ter levado esse vinho para desfrutar com os amigos, contou que originalmente o vinhedo se chamava Borgoña e não Bosconia, justamente por esta semelhança de estilo. Na seqüência foi interessante a comparação com mais um presente do Geoffroy, um Borgonha mesmo... o Catherine e Claude Marechal, 2005. Um imberbe perto do “tio” da Rioja, mas com uma fruta espetacular, potente e estruturado e desafiando a todos como será daqui a uns anos.
Chegava o grande momento e mais emoções para o Ramatis, o Tondonia Gran Reserva Blanco 1981. Indescrítivel! Sou um grande admirador do trabalho desses Lopez de Heredia, porque “Secondo Me” são daqueles que salvarão o mundo do vinho das mesmices. Fica difícil descrever o vinho pela sua complexidade e estilo. Não é vinho para iniciantes, seus aromas podem até desgostar um iniciante, misturando queijo com mel, pêra, flores, nabo, tudo junto e grande frescor. Inacreditável! Ao final da fantástica experiência ainda tivemos o sauternes biodinâmico Domaine de Rousset-Peyraguey, um 1998 (Luiz Horta) e outro 2000 (Geoffoy, o vinho é importado por ele). Estupendo, com uma casca de laranja caramelizada, não precisava de sobremesa, ele reinava absoluto como grand finale. O Jonny ainda me fez a gentileza de oferecer um Hoyo de Monterrey Doble Corona, que fumei escondido do Prefeito... Amigos para siempre you can allways be my friend... Veja o vídeo...
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Onde está o fortificado de Souzão? |
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Apresento meu amigo Cabral ao Deunir Luis Argenta e fico sabendo que havia um vinho fortificado feito da uva Souzão, nos vinhedos que hoje pertence ao Argenta. Onde será que estão essas barricas que o Cabral nunca provou? Veja o vídeo...
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Classic e Paulo Laureano |
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Num almoço espetacular no Antiquarios, tive o prazer de degustar alguns vinhos trazidos pela Classic www.interfood.com.br que são elaborados pelas mãos do renomado e simpático Paulo Laureano. Estiveram presentes também os dois produtores, Antonio Franco de Souza da Herdade da Sobreira e Carlos Gonçalves da Herdade do Perdigão. Desfilaram o espumante (que não está por aqui) da Herdade do Perdigão, 100% Arinto, muito gostoso, com toques de pêra, um tostado, muito fresco, mineral e seco. O Terras de Monforte Rosé (R$ 50,75) de Aragonez e Alfrocheiro é bem seco e fresco e com boa estrutura sem ser pesado. O branco Terras de Monforte (R$ 50,75) de Arinto, Antão Vaz e Verdelho é bastante interessante, bem mineral também e um aroma bem identificado pelo Luiz Horta, de uma folha de pitanga macerada. Entre os ótimos tintos, minha predileção ficou com o mais barato! O Vila Romanu Tinto 2005 Sensacional, pois “Secondo me” tem rusticidade portuguesa da minha infância, de Aragonez, Trincadeira e Carignan o vinho é uma ótima compra a R$ 36,50! Perfeito para o bacalhau que pedi. Vinho mais simples que os seguintes, mas com carater. O Herdade da Sobreira 2004 é uma surpresa, pois as vinhas foram plantadas em 2001. Difícil um vinhedo tão novo resultar num vinho dessa qualidade. Vai melhorar muito nas próximas safras embora esta já se mostre ótima. (R$ 76,00). O Herdade do Perdigão Reserva 2003 (R$ 188,51) fez muito sucesso e é um vinho muito elegante de ótimo equilibrio e suntuoso, moderno, com aromas de frutas em compota e especiarias. Veja o vídeo...
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Dal Pizzol Touriga Nacional |
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O ótimo Dal Pizzol que faz milagres com sua relação qualidade preço lança um Touriga Nacional de muita tipicidade a incríveis R$ 25,00! Certamente um “Secondo Me” na categoria até R$ 30,00 não deixe de provar, aliás prove de tudo que o Toninho Dal Pizzol produz pois é puro, não usa madeira e não está nem aí para modismos, o negócio dele é qualidade a preço baixo. Parabéns! Ligue para José Lucio Natali no 8395 9912 e saiba do que estou falando. Veja vídeo...
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Château Caronne Labat |
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A Casa Flora e a Porto a Porto continuam a trazer bons vinhos a preços razoáveis. Num jantar agradabilíssimo no ICI Bistrot (que magre de canard...) orquestrado pela competente Cristina Neves, pudemos curtir a presença do proprietário do Château, Georges Nony, e alguns exemplares de seus vinhos, vindos de vinhedos que datam dos templários (1648)! Havia garrafas magnum de 1990 e de 1995, espetáculo. As que estão disponíveis na Casa Flora são as do Château Labat 2003 (Cabernet Sauvignon e Merlot) R$ 75,00 com ótimo nariz, boca agradável e seca, exige degustador traquejado pois nada tem a ver com novo mundo. As do Château Caronne Ste. Gemme 2003 a R$ 84,00 , (Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot) já tem um toque de baunilha, mas bem delicado, bem estruturado e longo. Os dois vinhos tinham taninos bem presentes e devem ir longe. www.casaflora.com.br se preferir ligue para o Walter Leone, aquele que é bom de fazer conta de chegar... 3327 5199 |
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Um brinde em francês? |
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Fiquei devendo aqui como se diz em francês um brinde. Achei um tradutor juramentado o professor Claude Eminente, que fala nada menos que 14 idiomas! Imagine ele conversando comigo que nem o português falo direito... mas lá vai, saiba como propor um brinde em francês. Veja vídeo...
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Aveleda e o simpático Francisco |
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O Francisco Guedes Almeida, proprietário da Avelda de Portugal, que além dos Casal Garcia que tanto sucesso fazem por aqui, produz a inigualável Adega Velha (aguardente do vinho verde), esteve no Brasil a convite da Classic www.interfood.com.br para lançar sua linha de vinhos Follies. Vale experimentar de todos, preços convidativos que vão de R$ 29,00 a R$ 94,93. O Francisco é das pessoas mais educadas, mais elegantes e simpáticas que conheci neste mundo maravilhoso e que tanto me encanta que é o mundo do vinho que foi feito para nosso prazer e nada mais “Secondo me” claro... Ele fala diversos idomas, inclusive o português aqui no Brasil com sotaque de brasileiro! Incrível isso. Ele me contou algumas curiosidades interessantes, por exemplo o Vinho Verde Casal Garcia nasceu das mãos de um francês, monsieur Eugène Helisse que recebeu 300 pipas pelo trabalho. Outra coisa, a renda que ilustra o rótulo do vinho vem de sua bisavó que ao querer tirar o pó de uma garrafa da adega, passou seu lencinho e deixou a marca das rendas do lenço que agradaram ao marido. Se você tem dúvida da simpatia do Francisco, Veja o vídeo...
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49 |
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Fique sabendo o que o Didú degustou e aproveite as informações privilegiadas |
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