Terroirs do Brasil by Didú Russo

 

 

A série Terroirs do Brasil by Didú Russo continua agora em Santa Catarina.

A região de Santa Catarina com sua amplitude térmica e sua altitude que vai de 900 a 1.400 metros do nivel do mar, tem mostrado resultados sensacionais e emocionado experts no assuntio.

O critico de vinhos britânico, Oz Clarke depois de visitar algumas vinícolas catarinenses afirmou que Santa Catarina era o Médoc brasileiro!

Castas francesas como Cabernet Sauvignon, Sauvignon Blanc, Cabernet Franc, Merlot, Chardonnay, etc., se dão maravilhosamente bem lá

Em relação à Serra Gaucha, as regiões do Planalto Catarinense apresentam um atraso na maturação das uvas, principalmente das tintas, com conseqüências muito bem vindas para os vinhos, pois a colheita, que seria normalmente feita entre fevereiro e março, acaba sendo entre abril e início de maio, fugindo assim das chuvas do final da estação e já no início do outono, que naquelas altitudes já traz noites bem frias.

O resultado é uma maturação mais alongada das cascas das uvas tintas, com boa maturação fenólica e um melhor desenvolvimento de acidez e aromas devido às diferenças entre as temperaturas da noite e do dia.O resultado é de vinhos elegantes e com níveis mais baixos de álcool.

 

 

Neste post vamos mostrar dois produtores, um de Videira, a Santa Augusta e outro de Treze Tilhas onde está a Vinícola Kranz. Curta as entrevistas, inclusive a do lançamento do priemiro vinho biodinâmico do Brasil. Saúde!

 

 

A Vinícola Kranz em Treze Tilhas também mostra a dedicaçnao de um homem que trocou a indústria para trabalhar no campo.

 

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