Wines of Argentina X – Final

O grupo foi excepcional. Agradeço ao Deco Rossi pelo roteiro montado, pela companhia alegre e profissional o tempo todo, cuidando do grupo com atenção e carinho.

Meus colegas de viagem foram excepcionais e lamento não ter gravado com o Gerosa, como fiz com o Silvestre e o Deco que vocês podem ver abaixo.

Agradeço a generosidade do Silvestre que nos trouxe uma preciosidade de sua adega que comprovou mais uma vez a qualidade de evolução dos vinhos sul-americanos. Estava espetacular.

De minha parte devo confessar que estava com uma idéia pre-concebida de vinhos argentinos que precisava de aeração.

Nós brasileiros e principalmente os colunistas de vinho brasileiros estão bastante mal acostumados, ou melhor dizendo, bem acostumados. Temos de tudo aqui. Vinhos gregos, israelenses, árabes, croatas, italianos, portugueses, franceses espanhóis, de tudo.

Assim, muitas vezes temos uma idéia pré-concebida e estereotipada que fica desatualizada. Assim estava eu com os vinhos argentinos.

Não esperava encontrar tantos Torrontés delicados, frescos, sem excesso de aromas que chegavam a nausear, nem o amargor ao final de boca. encontrei diversos Malbec elegantes com madeira moderada, acidez integrada e na medida, cabernet sauvignon que vieram confirmar o que o Pagliari sempre disse, são superiores aos Malbec. São excelentes os Cabernet Sauvignon argentinos, mais discretos que os chilenos.

E as duas grandes e alegres surpresas: Tannats bem feitos e com tipicidade, elegantes sem matara a personalidade rude do lavrador arrumado para a festa… e os Cabernet Franc. Quantos tão bons! Que maravilha.

Ficou devendo apenas os experimentos, os vinhos biodinâmicos e naturais, embora tenha provado alguns orgânicos muito bons e a bons preços.

Conhecer Quebrada de las Conchas foi uma emoção que levarei para o resto de minha vida. Me tocou. Grazie WOFA, Gracie Deco Rossi. Abaixo os vídeos:

 

 

uebrada de las Conchas

Tagged: , , , , ,

Deixe um comentário